Arquivo para Julho, 2008

Aquele que vos fala

Gente,

Essa semana tá um pouquinho difícil passar aqui no blog, recomeçaram minhas aulas e estou muito envolvido com o trote as matérias. Mas essa semana, sai os reviews de Friday Night Lights e Pushing Daisies. Quanto aos artigos, a publicação deles é de, inicialmente, duas em duas semanas, sempre as sextas-feiras.

Mas esse post é sobre mim ! Muita pessoa tem me feito perguntas, pelo Orkut, por comentários aqui no blog, por e-mail e etc. Sempre que surge uma dúvida eu respondo por aqui mesmo e/ou e-mail. Mas, se quiserem entrar em contato, fiquem à vontade, não tenham medo !

Não tenho nenhum tipo de que invadam minha vida ou coisa do tipo, desde que seja uma coisa moderada.

Querem perguntar, conversar, fazer parte do próximo artigo, qualquer coisa ? Entrem em contato !

ORKUT:

http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=307804329373999917

E-MAIL/ MSN:

thihtao@hotmail.com

OU POR AQUI, NOS COMENTÁRIOS !

Obrigado !

ARTIGO: One Tree Hill – Brucas x Leyton

One Tree Hill é uma série completa. Tem histórias adolescentes, tem esporte, tem música (que é um dos pontos fortes da trama), tem humor, tem drama (um pouco demais, até), e um monte de coisas mais. Mas não tem jeito, no centro da trama temos um triângulo amoroso. No piloto da série começamos a ver a história de Lucas Scott que, entre tantas coisas, era apaixonado por Peyton Sawyer, namorada do seu meio-irmão, Nathan. Quando a maioria dos obstáculos que separava o casal pareceu deixar de existir, eis que surge Brooke Davis, melhor amiga de Peyton, que se apaixona (pela primeira vez na vida) por Lucas. Depois de 5 temporadas e muitas idas e vindas de Lucas com Brooke e Lucas com Peyton, esse ainda é um assunto que mexe muito com os fãs da série, principalmente depois da Season Finale do quinto ano, e o misterioso telefonema de Lucas.

A principal conseqüência desse triângulo amoroso é a divisão dos fãs da série em Brucas (aqueles que torcem para Brooke e Lucas) e Leytons (os que torcem para Lucas e Peyton), mas a principal questão é: até onde essa competição Brucas x Leyton é saudável para a série ?

Mariana, uma das moderadoras da comunidade One Tree Hill no Orkut diz: “É saudável, até certo ponto, isso é bom porque estimula as pessoas a participarem mais da comunidade e de outros fóruns que falam a respeito da série, fora que, dá uma audiência tremenda pro seriado”. Mas assume que algumas pessoas de vez em quando passam do limite do saudável: “Mas tem pessoas que levam super a sério e se separam sim dos outros fãs”.

Qualquer pessoa que visita a comunidade pode ver que esse assunto é muito freqüente lá. Além dos tópicos “Brooke e Lucas” e “Lucas e Peyton” (que têm mais de 25000 posts), o assunto é frequentemente abordado em outros tópicos, o que pede algumas atitudes mais duras da moderação. Ao ser perguntada sobre isso, Mariana responde: “Ah, isso é um problema que antes só era monitorado mais rigorosamente quando surgiam ofensas pessoais, porque tem gente que não sabe separar ficção de realidade e acaba levando tudo para o lado pessoal. Depois da criação de um tópico exclusivo para esse debate, nós moderadores tentamos evitar ao máximo que as pessoas evitem entrar nesse assunto em qualquer outro tópico da comunidade. Se elas entram, nós deletamos os posts, e deixamos um aviso no tópico. Mas é complicado, que por mais que alguém não queria ter entrado nesse assunto, algum shipper “rival” pode sempre acabar interpretando mal uma opinião e começando mais uma vez a discussão sem fim! rs.
Se o pessoal insiste, a gente toma medidas mais severas”.

Mas isso não quer dizer que os moderadores da comunidade utilizam só da “força” para tentar evitar conflitos. “Por exemplo, lá na comunidade que modero,a 1 ano atrás, entrei no tópico “rival”, e fiquei amiga de todo mundo, depois disso, um grupo de 20 e poucas pessoas começou a frequentar o tópico de seus “rivais” e todos ficaram muito amigos. Então acredito que não há problema nenhum em torcer para um casal diferente, é só ninguém começar um debate sobe qual o melhor casal e tudo o mais, claro. Rs”, finaliza Mariana.

Para ser justo, perguntei para um Brucas e para um Leyton a opinião deles e a explicação: PORQUÊ O SEU CASAL É O CERTO ? Eis as opiniões:

OPINIÃO DE UM LEYTON:

“Bom, Leyton é o casal certo porque existe uma química total entre eles desde o 1º episódio, a gente percebe o amor explosivo que existe entre os dois. Apesar de que a Peyton, no começo, tentou resistir e não se permitiu admitir o que realmente sentia. Mas eles são cúmplices, amigos, companheiros. Independentemente de estarem namorando ou não sempre estão um ao lado do outro. (ver 2º e 3º temporadas). Leyton é um amor puro, que a gente consegue perceber até por olhares, gestos, atitudes, é algo que está totalmente na cara! Bom não gosto de ficar falando mal de Brucas porque acho que o Luke gostou da Brooke (não da mesma forma que ele gosta da Peyton) e Brooke realmente amou Lucas”.

Emanuella de Souza – Comunidade “One Tree Hill”.

OPINIÃO DE UM BRUCAS:

“Quando começou OTH eu nem gostava da Brooke, e nem do seu jeito. E gostava muito da Peyton, inclusive com o Lucas. Isso até ver a Brooke com o Lucas. É incrível a forma como o namoro dos dois interferiu nos personagens. O Lucas, com ela, fica mais solto, mais alegre, e com mais vontade de viver a vida. Ela, antes do Lucas, não era uma menina de se apaixonar, só queria curtir, era inconseqüente, etc. Ela se apaixona por ele gradualmente, e vemos como isso a transforma. No decorrer das 5 temporadas, Brooke foi a personagem que mais cresceu. Mesmo se juntar a evolução de todos os outros personagens, não dá a dela.

O amor do Lucas e da Peyton é uma coisa meio idealizada. Aquela coisa do primeiro amor, que já cansamos de ver na vida real, e que nunca dá certo. O máximo que faz é machucar os dois e impedir de que sigam suas vidas. Fora que a Peyton é muito dramática, qualquer probleminha ela vai correndo para os braços do Lucas e espera que ele o resolva por ela, atrasando a vida dele, impedindo que ele prossiga sem ela.

Fora que os atores ajudam muito. Não vejo muita química entre Hilarie e Chad. Já ele com a Sophia são perfeitos juntos, e trabalham muito bem como um casal. Mesmo depois do divórcio (que era um dos melhores momentos do casal na série), você não percebia nenhum problema entre os dois, e suas cenas continuavam ótimas.

Brucas é um casal que não morre. Mesmo quando fica sem destaque (como nessa 5ª temporada), qualquer coisinha ressuscita eles. Como por exemplo, as cenas dele com ela e a Angie, no final da temporada. E isso acontece porque os dois se amam. O amor deles está no máximo adormecido, mas existe. Vemos isso, por exemplo, quando a Brooke fala para ele que para esquecê-lo se concentrou na Clo’s Over Bro’s, e depois disso, ela amplia a loja, mas mesmo assim, fica visível que ela não consegue esquecer do Lucas. Eu vou ser Brucas até o fim!”.

Lígia Reis – Estudante.

SOPHIA BUSH, CHAD MICHAEL MURRAY E HILARIE BURTON – OS VÉRTICES DO TRIÂNGULO:

Sophia Bush, Hilarie Burton e Chad Michael Murray vivem Brooke, Peyton e Lucas, respectivamente. Embora Lucas seja o ponto em comum entre as duas garotas, quem rouba a cena mesmo são as duas atrizes. Não há como pensar no triângulo amoroso sem lembrar das duas. Seus fãs agitam fóruns ni internet para saber qual das duas é a melhor atriz, e a rivalidade só aumenta.

Embora isso acontece entre os fãs, as duas atrizes se dão muito bem, e são muito amigas fora da série (e dentro também). Já o relacionamento de Sophia e Chad já é meio tumultuado. Depois do casamento relâmpago e do divorcio, correm boatos de que os dois não se bicam nos bastidores da série. Se os boatos são verdadeiros, não sabemos. Pelo menos nos eventos públicos da série eles parecem se darem bem, ou pelo menos, se suportarem.

Ao ser perguntada sobre os atores pertencentes ao triângulo amoroso, veja o que respondeu Mariana:

“Eu adoro o trabalho das duas, mas minha paixão maior é pela Hilarie, então a Peyton é minha personagem preferida! rs. Quanto a personagem das duas, não sou muito fã da Brooke, mas ela possui uma das melhores storylines do seriado, não vou negar, é a tipo de personagem que todos gostariam de ser na vida real. A Peyton já faz mais o estilo “gênio incompreendido”, acredito eu. Faço parte do pequeno clube de admiradores de Peyton Sawyer”, e “Falando do Lucas fora de um relacionamento, é um dos melhores, se não o melhor personagem do seriado. E o Chad é um ótimo ator, só deixa a desejar na interpretação de um bêbado. Hahaha”.

A HISTÓRIA DO TRIÂNGULO AMOROSO:

Para finalizar a entrevista, perguntei a Mariana o que ela, como fã, achava do triângulo amoroso, seus vértices, sua história, e como ela foi contada pelo Mar ao longo dessas 5 temporadas, ao que ela me respondeu: “Sinceramente, não. Ambos casais, Brucas e Leyton, tiveram um início muito repentino e meio nada a ver. Na primeira temporada, o Lucas se envolveu com a Brooke depois de ter feito uma declaração daquelas para a Peyton. Já na 4° temporada, a Peyton percebeu que amava o Lucas depois de pedir o Jake em casamento. Eu acho que nessas horas, o Mark deixa e muito a desejar, ele reata esses casais de formas muito surreais”.

Mesmo com todas indas e vindas e toda agitação, o triângulo amoroso, pelo visto, não terá um fim tão cedo. É uma das coisas que agita a série, e faz com que milhões de fãs se juntem para torcer pelo seu casal favorito, mas sobretudo, faz com que eles assistam à série. Embora as vezes Mark erre, e faça coisas sem sentido para fazer com que tal casal fique junto, ou para que outro se separe, e isso irrite alguns fãs, também existem os momentos bons, as cenas memoráveis, os momentos que fazem com que Leyton e Brucas amem a série.

Se eu quero o fim do triângulo? Não por enquanto! Tenho minha torcida, mas não quero que tudo ocorra fácil, a vida não é fácil, é feita de várias voltas. As voltas de OTH já estão acabando (a série já está chegando na 6ª temporada e poucas séries conseguem chegar nesse marco, quanto mais ultrapassá-lo) e o máximo que nós, fãs, podemos fazer é se divertir com todos os momentos que elas nos proporcionam e com o que nossos personagens favoritos estão vivendo.

O próximo artigo do VeS sairá na próxima sexta-feira, aguardem !

UPDATE:

Agradecimentos especiais para as pessoas que me ajudaram a fazer esse primeiro artigo: minha amiga Lígia. Mariana, uma das moderadoras da comunidade One Tree Hill, e a Emanuella e ao Armando, do tópico leyton da comunidade, que também me ajudaram.

O link da comunidade.

[Link retirado ! Agradeço as pessoas que me ajudara, mas por problemas com alguns moderadores estou me desligando da comu ]

Temporada 2007/08 – CHUCK

Mais uma estreiante, dessa vez a comédia “Chuck”, da NBC !

“Chuck” surgiu para me mostrar o infinito talento de um homem chamado Josh Schwartz. Pois, logo depois de terminar a muito bem sucedida The OC”, voltou na última temporada estreiando duas séries em dois canais diferentes, “Gossip Girl” (The CW) e “Chuck” (NBC). Se na primeira, houve muitos erros no começo de temporada e muitos altos e baixos, o mesmo não aconteceu na segunda.

“Chuck” não foi a melhor estréia da temporada, mas foi a única que conseguiu manter o nível, em todos os episódios exibidos. A série conta a história de Chuck, um nerd que trabalha numa loja de departamentos consertando computadore. Ele é a imagem de um fracassado, mora com a irmã e o cunhado, não tem namorada e passa o dia jogando video-game com seu amigo nonsense Morgan. No dia do seu aniversário recebe um e-mail do seu ex-amigo de faculdade Bryce. O que ele não espera é que no e-mail estejam todas as informações do governo americano. Ao ver seus segredos expostos, a CIA e a NSA mandam seus melhores agentes, Sarah e Casey, respectivamente, para proteger o homem-computador. Acontece que Chuck passa a ter flashes sobre criminosos registrados no Intersect (nome do computador), e ele, junto com seus guarda-costas vão formar a equipe mais estranha da TV dos últimos tempo.

“Chuck” é sutil, leve e divertida. Ideal para se ver com a família toda. A história conta com doses perfeitamente medidas de humor e ação. As personagens são brilhantemente escritas. As histórias dos episódios são todas bem trabalhadas, com um arco fechado e ao mesmo tempo, com pequenas dicas para a história geral da série, e com isso, ela consegue atrair fãs que acompanham todos os episódios e também pessoas que acompanham episódios aleatoreamente. O tempo voa quando você assiste “Chuck”.

PONTOS POSITIVOS: As personagens. Todos ali são ótimos. Começando do trio principal, Chuck, Sarah e Casey. O trio deles é perfeitamente imperfeito, e todos contribuem com partes necessárias para o sucesso da equipe: O major com sua seriedade, Sarah com su beleza, e o nerd com suas trapalhadas. Até os personagens secundários são ótimos, Morgan me fez engasgar de rir diversas vezes.  Ellie (além de linda) é espetacular em qualquer cena que aparece, seja de comédia, ou nos momentos mais dramáticos entre ela e o irmão Chuck. Outros personagens que são fundamentais para a série: o trio de personagens da Buy More, Anna, Lester e Jeff, assim como o seu chefe Big Mike. E o Captain Awesome, o homem mais perfeito da TV atualmente, e todas as suas coisas fantásticas (Chuck + Captain é uma das melhores coisas da série, pena não ter tido muito destaque). Por estar falando tão bem daspersonagens, acredito que nem precisa falar dos atores né ? O sucesso dos personagens ocorre unicamente por um elenco integrado e talentoso. Aplausos para Sarah Lancaster (Ellie Bartowski), Zachary Levi (Chuck Bartowski), Adam Baldwin (Major John Casey), Joshua Gomez (Morgan Pace), Yvonne Strzechowski (Sarah Walker) e Ryan McPartlin (Captain Awesome). A história da série, e o roteiro dos episódios também são ótimos e merecem destaque.

PONTOS NEGATIVOS: Talvez a falta de ganchos maiores. Podemos esperar que Chuck salve o mundo a cada episódio, mas temos pouquíssimas idéias do que o futuro reserva para o nerd. Só isso !

MELHOR PERSONAGEM: Fica difícil escolher um, mas fico com Chuck Bartowski ! Zachary Levi conseguiu fazer um personagem viciante. Todos amam o Chuck ! Seja nos momentos mais engraçados, seja nos momentos mais tristes, nos mais românticos, ou nos momentos em que ele deve esperar no carro que nunca espera, estamos todos, sempre, torcendo por Chuck. Fora que, é graças a ele que somos apresentados a vida do nerd, e a todos os outros grandes personagens da série.

PIOR PERSONAGEM: Já foi inclusive limado da série, o tal do Harry Tang. Nunca senti que sua presença ali acrescentava alguma coisa. Talvez tenha servido para aquel disputa pela vaga de Gernet e tal, mas mesmo assim, nunca conseguiu um destaque maior. E o pior de tudo, não era engraçado ! O que é o fim para qualquer pesonagem de uma série de comédia.

DESTAQUE DA TEMPORADA: Como foi difícil escolher um único personagem como sendo o melhor. Decidir escolher algum destaque, aquele que roubou a cena, e que atende pelo nome de Morgan Pace. Joshua Gomez é ótimo fazendo comédia e deve ter um futuro ótimo nesse ramo. Ele realmente roubou a cena na série e aparece, inclusive, nos episódios em que está distante de Chuck.

MAIOR SURPRESA DA TEMPORADA: Nada muito grande. Há algumas storylines que foram surpreendentes, tipo, o romance do major Casey, que já se apaixonou na vida (ohhhh !) e o motivo pelo qual Bryce fez com que Chuck fosse expulso. Mas nada foi tãããoo surpreendente. Talvez a maior surpresa de todas tenha sido a série em si. Uma agradável surpresa !

TOP 5 – MELHORES EPISÓDIOS:

“Pilot” – 1×01

“Chuck vc The Alma Mater” – 1×07

“Chuck vs The Truth” – 1×08

“Chuck vs The Tango” – 1×03

“Chuck vc the Undercover Lover” – 1×12

PIOR EPISÓDIO: Não tem !

MELHOR ATOR E MELHOR ATRIZ: Zachary Levi (Chuck) e Yvonne Strzechowski (Sarah).

MELHOR CENA: Quase todas as cenas de ação (que são muitas) são ótimas. Mas duas que me chmaram atenção foram a do Chuck pilotando o Helicóptero (1×02) e a do Chuck dançando Tango (1×03), sendo esta última uma das mais hilárias da temporada.

EXPECTATIVAS PARA A PRÓXIMA TEMPORADA: Que continue igual, assim tá ótimo. Poderia aparecer mais o Bryce (não acreditop que sua participação na história se resume a isso). Um pouco mais do Captain. Mais Buy More. Que Chuck e Sarah desenrolem logo a relação deles (se bem que isso iria acabar um pouco com a magia da série). E uma trama com arcos maiores, que durem talvez, uma temporada toda.

Amanhã, Pushing Daisies e um artigo especial sobre OTH ! Até mais !

Desculpas

Gente,

Vim por meio deste post me desculpar pela falta de atualização. Não que eu tenha que atualizar o blog todo dia, estamos fora da temporada, mas há dois dias postei a primeira parte dos comentários do Emmy e prometi postar a outra parte, que não veio.

Estou com problemas com a minha internet que me atrapalhou de acessar o blog. O problema aparentemente foi resolvido, portanto, prometo a todos que frequentam o blog que irei recompensá-los. Amanhã postarei a segunda parte do comentário sobre o Emmy e devo postar mais um review de temporada.

P.S.: Problemas com a internet não é uma coisa frequente comigo, então, não se preocupem.

P.S. 2: Somente com esse problema eu tive noção da dimensão do blog. Eu escrevia, via o número de visitas e de comentários, mas nem fazia idéia de que pessoas entravam aqui todos os dias para ver o que eu escrevo. Agradeço então a todos os fãs do VeS.

Indicações ao EMMY 2008 – Parte 1 – Dramas

Quem é viciado por série e está por dentro de tudo que está rolando, já sabia (e esperava ansiosamente) que hoje sairia a divulgação dos indicados ao Emmy 2008. A pré-lista já havia saido há 3 semanas. Causando a agitação dos fãs, quanto a possibilidade da sua série estar entre as cinco (ou melhor, seis). Então, hoje os nomes foram anunciados por Neil Patrick Harris (o Barney de “How I Met Your Mother”) e Kristin Chenoweth (a Olive de “Pushing Daisies”) – que foram indicados, respectivamente, como ator e atriz coadjuvante de comédia. Pra não ficar um posta grande, cansativo e pesado, decidi dividi-lo em duas partes: as indicações referentes aos Dramas e as Comédias. Essa primeira parte será sobre os Dramas.

MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA:

- “Boston Legal” (ABC)

- “Damages” (FX)

- “Dexter” (Showtime)

- “House” (FOX)

- “Lost” (ABC)

- “Mad Men” (AMC)

Primeiramente, queria dizer que coloquei o nome dos canais em que a séries é exibida nos EUA para poder mostrar uma das maiores surpresas dessa indicação: a grande quantidade de séries vindas de TV’s a cabo. São 3: Dexter, Damages e Mad Men, vindas da Showtime, FX e AMC, respectivamente. De um tempo pra cá, a TV a Cabo dos EUA tem se mostrado uma surpresa agradável, com programas de qualidade igual, ou até mesmo superior aos da TV aberta.

FALTA: Grey’s Anatomy! Não que mereça estar aí, pois acho a lista bem justa. Mas todos os anos tanto Grey’s quanto Lost são indicadas, não ganham, mas pelo menos são indicadas. E eu estava com toda a certeza de ver as duas na lista denovo. Lost veio, mas Grey’s não.

SURPRESA: Dexter. É uma série ótima, que merece tanto quanto as outras estar aí. Mas ano passado ela (que era uma das melhores opções) foi deixada de lado. Achei que isso ia se repetir, mas não. Ela vem com tudo, emplacando Melhor Série e Melhor ator.

MEU VOTO: Dexter. Em partes por ter sido desprezada em 2007. mas também porque conseguiu fazer uma segunda temporada brilhante e melhor que a primeira que já tinha sido ótima, o que não acontece com as maiorias das séries, porque parece haver uma crise da 2ª Temporada nos EUA. Se uma série teve uma 1ª temporada boa, cai na 2ª. Dexter foi o oposto.

QUEM LEVA ? : Mad Men. Muito provavelmente. Parei no 2º episódio, mas sei que a série é muito boa. A queridinha da crítica nessa temporada, e está muito boa. Elenco, roteiro, fotografia, trilha sonora, tudo, em perfeita harmonia.

PERIGA GANHAR: Mad Men deve tomar cuidado com Damages. Muito forte concorrente e pode bater de frente com a série dos publicitários.

MELHOR ATOR DE DRAMA:

Gabriel Byrne (“In Treatment”)
Hugh Laurie (“House”)
Micheal C. Hall (“Dexter”)
James Spader (“Boston Legal”)
Brian Cranston (“Breaking Bad”)
Jon Hamm (“Mad Men”)

Meus comentários aqui podem ficar um pouco comprometidos por não ter visto nenhum episódio de In Treatment. Mad Men eu vi apenas 2, mas já é o suficiente para avaliar Hamm. Portanto, procurei um pouco em fóruns gringos para ver a opinião de lá.

FALTA: Nenhuma. Desde que saiu a pré-lista eu já imaginava esse resultado. Saí procurando os episódios que cada série indicou para os atores e assisti. Alguns atores eu não sou fã, mas estavam ótimos em seus episódios indicados, como o Spader.

SURPRESA: Nenhuma muito grande também. Embora tenha visto que algumas pessoas se surpreenderam com a presença de Byrne. As indicações de In Treatment é mais um motivo para eu tomar vergonha e ver a série.

MEU VOTO: Michael C. Hall. Sua interpretação de psicopata, onde ele tem que nos passar todas as emoções (hehe, ou falta delas) que sente o psicopata título de Dexter faz ele merecer o prêmio. Ele é brilhante desempenhando o seu papel. Merecia o ano passado, continua merecendo este ano.

QUEM LEVA ? : Não assisto “BL” mas o único episódio que vi essa temporada (justamente pela indicação de melhor ator) me fez acreditar muito na vitória de Spader, ele é um ótimo ator, e estava brilhante.

PERIGA GANHAR: Hugh Laurie. Asssim como Lost e Grey’s sempre são indicadas a melhor série e nunca ganham, na categoria melhor ator isso ocorre com Laurie. O Dr. House está todos os anos sendo indicado, mas nunca leva o prêmio. A quarta temporada da série não foi a melhor dele, mas mesmo assim, o médico ranzinza sempre será um grande concorrente.

Jon Hamm também periga ? Na minha opinião, não ! Posso pagar minha língua…

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM DRAMA:

William Shatner (“Boston Legal”)
Ted Danson (“Damages”)
Zeljko Ivanek (“Damages”)
Michael Emerson (“Lost”)
John Slattery (“Mad Men”)

Essa era uma categoria bem difícil de se falar para mim. Quando saiu a pré-lista eu não sabia quais nomes mereciam estar entre os 5. Sabia uns que certamente não iriam, como Naveen Andrews e Christian Clemenson. Mas quanto aos outros, só duvidas. Gostei da lista final.

FALTA: Não senti falta de ninguém em especial.

SURPRESA: Nenhuma também.

MEU VOTO: Michael Emerson. No meu post de Lost eu fiz muitos elogios para ele. É um ator brilhante, conseguiu dar um up na série, fazendo o melhor personagem que existe naquela ilha. O próprio e inegável talento de Emerson fez com que ele crescesse na série. Merecia ter sido pelo menos indicado no ano passado, mas a indicação só veio nesse, onde é um dos favoritos.

QUEM LEVA ?: Acredito que Emerson leve o prêmio para casa. E o que o ajuda é o episódio submetido. Vimos várias facetas de Benjamim Linus em “The Shape Of Things To Come”, é um episódio com um arco fechado, fora que, Emerson anda em alta por lá.

PERIGA GANHAR: Ted Danson. Embora eu ache ele tão sem graça. De Damages, Zeljko Ivanek merecia ganhar bem mais do que ele. Mas ele tem surgido como um dos favoritos e as críticas são a seu favor. Vai bater de frente com Michael Emerson pelo prêmio.

MELHOR ATRIZ EM DRAMA:

Glenn Close (“Damages”)
Holly Hunter (“Saving Grace”)
Sally Field (“Brothers & Sisters”)
Kyra Sedgwick (“The Closer”)
Mariska Hargitay (“Law & Order: SVU”)

Essas indicações mostram que esse ano, a experiência veio como fator predominante. Todas as atrizes aí são quarentonas. Da pré-lista já se dava para imaginar esse resultado, e acho totalmente justo, esses 5 nomes.

FALTA: Ninguem.

SURPRESA: Nenhuma.

QUEM LEVA ?: Glenn Close. Sem dúvida nenhuma. É brilhante, faz uma personagem ótima. Tomou todos os holofotes de Damages para si. E é quase certeza absoluta que leva o prêmio. Já ouvia boatos disso antes mesmo de sair a pré-lista. Glenn Close é o grande nome da temporada 2007/08 na televisão.

PERIGA GANHAR: Muito impossível a estatueta sair das mãos de Glenn Close. mas caso ela não ganhe, acredito que sobra para Holly Hunter.

ATRIZ COADJUVANTE EM DRAMA:

Candice Bergen (“Boston Legal”)
Rachel Griffiths (“Brothers & Sisters”)
Chandra Wilson (“Grey’s Anatomy”)
Sandra Oh (“Grey’s Anatomy”)
Dianne Wiest (“In Treatment”)

Lista boa, justa. Embora Sandra Oh não seja essa coca-cola toda e nem esteja em seu melhor momento em Greys, sua indicação não chegou a ser uma surpresa. Quanto as outras, eram previsíveis suas presenças.

FALTA E SURPRESA (Sim, juntas!): Rose Byrne. Tive uma surpresa imensa ao ver seu nome na pré-lista (como assim ? COADJUVANTE ??), mas depois de me adaptar com a idéia, acreditei que ela levaria. mas ela nem teve indicação. E talvez seja justamente por não ser coadjuvante que ela não tenha sido indicada. Mas era a melhor da pré-lista.

QUEM LEVA ?: Difícil. Acredito que Chandra Wilson fica com essa. Merce esse prêmio há anos. Mas ainda fico na dúvida entre ela e Candice Bergen, sempre ótima.

PERIGA GANHAR: Todas. Não ponho minha mão no fogo por ninguém nessa lista.

MELHOR ESCALAÇÃO PARA SÉRIE DRAMÁTICA:

“Brothers & Sisters”
“Damages”
“Friday Night Lights”
“Mad Men”
“The Tudors”

Categoria bem difícil. Grandes concorrentes. Eu torço para Friday Night Lights, mas acho que não leva. A disputa final fica entre Brother & Sisters, Damages e Mad Men. Arriscando por alto diria que quem leva é Mad Men, mas não tenho certeza nenhuma quanto a isso.

Bem, é isso. Hoje a noite, ou amanhã de manhã, novo post sobre as indicações do Emmy 2008. A segunda parte trará indicações e meus comentários sobre Comédias.

Temporada 2007/08 – GOSSIP GIRL

Agora, mais uma série estreiante, a teen Gossip Girl:

Gossip Girl é uma série criada é produzida por Josh Schwartz (“The OC”), inspirada na série de livros de mesmo nome, de Cecily Von Ziegesar, sucesso absoluto entre pré-adolescentes e adolescentes nos EUA ( e no Brasil também). Exibida pela The CW (alguém tinha dúvida?) a série rendeu bons números de audiência, e foi uma das primeiras da nova remessa a ganhar uma segunda temporada.

GG tem como foco principal um blog, que leva o mesmo nome da série. A blogueira (misteriosa), narrada por Kristen Bell (“Veronica Mars” e “Heroes”) posta todo dia em seu site os escândalos as notícias sobre o mundo da elite de Manhattan, os riquíssimos moradores da Uper East Side. A série começa quando é noticiado no blog o retorno de Serena Van der Woodsen (Blake Lively), que foi embora de Nova Iorque misteriosamente. No decorrer da temporada, as tramas que envolvem a ida de Serena, e as consequências de seu retorno são abordadas. Os outros personagens que recheiam a trama são: Blair Waldorf (Leighton Meester), ex-melhor amiga de Serena e namorada de Nate Archibald (Chace Crawford), joven sonhador que fica preso na vida que seu pai planejou para ele, e que tem como amigo Chuck Bass (Ed Westwick), mulherengo, sem-vergonha e sem escrúpulos que só pensa em curtir a vida. Ainda existem Jenny e Dan Humphrey, pobres e nada populares que se verão envolvidos na trama dos quatro riquinho por causa de uma paixão platônica de Dan por Serena.

Vendo a sinopse da série, você percebe que ela tem todos os elementos que uma série teen tem que ter, mas logo você espera para ver o que ela tem de diferente, que a faz se destacar das outras, pois é isso que faz uma série teen ter sucesso. Você espera mais não vê. É aí que GG me decepcionou.

GG passaria longe das minhas favoritas da temporada, assisti ela só por trazer o nome de Josh Schwartz, a mente por trás de The OC. Mas não me agradou. Os personagens não tinham profundidade, e os produtores estavam mais preocupados em mostrar as belezas de Nova Iorque do que a história em si. As situações eram previsíveis, e tudo ali parecia copiado de algum lugar (e olha que eu nem li os livros), e o pior, muita coisa lembrava a extinta The OC. Pior porque já é ruim um autor copiar outra série, mas copiar uma série dele mesmo é o cúmulo da falta de talento.

Mas GG se recuperou. Grande parte por causa de Ed Westwick e seu Chuck Bass. Assim como Leighton Meester roubou a cena como Blair. E isso porque os protagonistas são chatos. Dan é até legal, mas o bom homem ao extremo enjoa. Já Serena é sem dúvida nenhuma a personagem mais sem sal que eu já vi numa primeira temporada de série teen, superando até a Jen (Dawsons Creek). Fora que Blake Lively não encanta na pele da personagem, su beleza é a única coisa que salva em suas cenas.

Josh conseguiu mostrar talento e salvou uma série que pra mim estava fadada ao fracasso. A temporada foi melhorando bem devagar, e teve uma sequência ótima de episódios, já no final, logo após o intervalo de exibição. Alguns personagens melhoraram consideravelmente, como Blair e Chuck (as grandes estrelas da série) e Jenny (sim, eu gosto dela e de sua storyline). E teve pontos fortes para trabalhar, como por exemplo o homossexualismo, abordado diretamente na série, e o relacionamento do passado entre os pais de Dan e Serena, Rufus e Lilly (muito bem interpretados por Matthew Settle e Kelly Rutherford). Outra coisa que deu um novo gás na série foi Vanessa (Jessica Szohr), não é uma personagem muito grande, mas tem a capacidade de transformar malas em personagens legais, no caso, Dan e Nate. A tramazinha de final de temporada envolvendo Georgina Sparks (Michelle Trashtenberg) também deu um gás na série.

O resultado final foi bom. Mas o futuro da série me assusta. Tem corrido boatos de que pode haver uma competição interna (acredite se quiser) entre “Gossip Girl” e “90210″ (Remake de “Barrados no Baile”, que estréia em Setembro, no The CW), e acho que a balança vai pender pro lado da estreiante. Fora que Josh já mostrou que não tem medo de se livrar de protagonistas malas em “The OC”, e em GG, os protagonistas são dos tipo “sem alça”. Talvez, se GG for cancelada, surja uma spin-off do Chuck. Seria ótimo !

PONTOS POSITIVOS: Chuck. Blair. Vanessa. A trama de Georgina Sparks. O pseudo-romance de Rufus e Lilly. A narração de Kristen Bell. A fotografia da série (Nova Iorque é sempre linda, independente de como a mostrem). A trilha sonora (Josh evoluiu. Se The OC tinha uma trilha sonora boa, a de GG é ótima).

PONTOS NEGATIVOS: Marissa Serena (a protagonista chata da vez), Dan (o mocinho sem sal), Eric (a trama do homossexualismo foi legal, mas o ator deixa muito a desejar) e Nate (se ele sumisse eu nem percebia, é o maior mosca morta da série). O abuso de imagens de Nova Iorque (não estou sendo contraditório. NY é linda, mas demais enjoa, né ? Eles substituem falta de roteiro por boas locações. A falta de criatividade do começo da temporada.

MELHOR PERSONAGEM: Fica difícil escolher entre Blair e Chuck. Mas por questões mínimas fico com Cuck Bass. O personagem é ótimo e o ator melhor ainda. Suas cenas são engraçadas, sua personalidade é forte e seu senso de moda, ótimo. Até eu fiquei com vontade de usar os echarpes que ele usa, mas não é muito meu estilo.

P.S.: Chuck é o melhor personagem, o que não quer dizer que Ed Westwick seja melhor que Leighton Meester. Ele desempenha bem o papel de canalha engraçadinho. Já ela, durante a temporada, evoluiu da comédi para o drama, de boazinha a má e assim por diante. Acredito que Leighton foi a melhor atriz da temporada, mas os altos e baixos de Blair, faz com que ela perca o título.

PIOR PERSONAGEM: Quer uma lista ? Serena, Dan, Eric e Nate. Motivos ? Citados durante todo o texto.

MAIOR SURPRESA DA TEMPORADA: A recuperação da série. Que começou péssima e resurgiu das cinzas. Não valeu ? Quer uma supresa do enredo da série ? Então, digamos que seja o fato da Serena “ter matado um cara”. Mas ainda acho a primeira, a maior surpresa.

TOP 5 – MELHORES EPISÓDIOS: A sequência final de episódios. Os episódios pós-intervalo. Foram um melhor que o outro. A Season Finale deixou um pouco a desejar, mas também foi boa.

PIOR EPISÓDIO: O Pilot (1×01). Me deu sono. E não me deu vontade de ver o 2º. Só vi de teimoso.

MELHOR ATOR E MELHOR ATRIZ : Ed Westwick e Leighton Meester. Recusa explicações ! =]

MELHOR CENA: Uma em que Serena e Blair conversam em um helioporto. Blair está quase fugindo de helicóptero por causa od escândalo com o Chuck. Foi no episódio que antecedeu o intervalo. Prometo depois, em um update, dar o nome e número do episódio, não lembro agora. Sorry !

EXPECTATIVAS PARA A PRÓXIMA TEMPORADA: Que a série encontre seu caminho. Que Josh consiga mostrar seu talento e faça a série melhorar. Que dê mais destaque para os pontos forte do roteiro e tente melhorar os pontos fracos, ou até mesmo elimine-os. Que Serena e Dan melhore, eu juro que eu faço um esforço pra gostar deles, mas não consigo !

“Flashpoint” – 1×01 – Scorpio

Flashpoint é o novo drama policial CBS, em parceria com a canadense CTV, se passa em Toronto, e teve na sua estréia 8,3 milhoes de expectadores, sendo a série lider de audiência nos EUA na última sexta.

Quando um amigo me ligou dizendo que era pra eu assistir uma nova série policial da CBS que tinha sido um sucesso de estréia eu logo fiquei com um pé atrás, afinal, se trata de mais uma série policial, entre tantas outras que lançam todos os anos, do gênero. Mas graças a minha sede por novas séries, aos mais de 8 milhões de expectadores que ela teve em sua estréia e ao Enrico Colantoni, eu decidi assistir ao episódio
. E me surpreendi.

Flashpoint não é uma série policial, que tem como objeto pessoas que servem para garantir a segurança. Ela é uma série sobre policiais, pessoas, como nós, com problemas, preocupações, motivações e tantos outros sentimentos surgindo a cada instante. A série dá destaque àquelas pessoas, e não suas profissões.

Os personagens fazem parte de uma cavalaria de elite da polícia de Toronto, e são chamados em casos mais complicados, com grandes riscos, como sequestros, bombas, resgate de reféns e etc. É quase uma Tropa de Elite do primeiro mundo (hehe). E eles vão, colocando suas vidas em risco, em nome do bem maior, a sociedade.

A fotografia da série é impecável, Toronto é uma cidade linda, e a produção usou isso em seu favor. A trilha sonora é um dos destaques do episódio. O enredo é brilhante, suspense, ação, drama, tudo ali está bem dosado. A narrativa foi executada de forma maestral. O episódio começa no momento em que o sniper se prepara para dar seu tiro fatal num croata que mantém uma mulher de refém. Corta a grande cena, e o episódio volta no tempo, de forma com que a gente entenda como aquele homem fez aquela mulher de refém e também conheça um pouco do homem que está prestes a puxar o gatilho.

As atuações são ótimas. O sniper, que teve sua história em destaque no episódio, segura bem a batata-quete jogada em seu colo, de conseguir impressionar o público no episódio de estréia. Enrico Colantoni, que vive o sargento Greg Parker, mostra mais uma vez sua incrível capacidade de atuação, e se destaca. Todo o elenco também consegue mostrar talento, embora o destaque do episódio esteja mesmo no sniper e no sargento.

NOTA DO EPISÓDIO: 9,0

DESTAQUE DO EPISÓDIO: O episódio em geral, e a maestria com que foi executado.

PIOR COISA DO EPISÓDIO: Nada.

PROMO:

Novas Séries – Temporada 2008/09 – “Do Not Disturb” | FOX |

“Do Not Disturb” é a nova sitcom da Fox, e tem estréia prevista para o fim de Setembro (encontrei duas datas diferentes em minha pesquisa, quando tiver uma data concreta farei um up neste post), mas entre tantos pilotos que vazaram “DND” estava lá.

A história da série é simples. Contar o que acontece em um famoso e movimentado hotel de Nova Iorque, as hsitórias engraçadas de seus funcionários e hóspedes. No meio disso tudo há uma rivalidade entre o gerente mala do hotel, Neal (Jerry O’Connell) e a RH Rhonda (Niecy Nash).

O piloto começa de vagar (quase parando, pra dizer a verdade), mas depois engrena. Nos primeiros minutos eu fiquei imaginando as piores críticas que faria do episódio aqui, mas isso não vai acontecer, porque a série me conquistou. Pra dizer a verdade, diria que a Rhonda me conquistou. A personagem é ótima, a atriz melhor ainda, com um timming para humor incrível, e por isso, salva grande parte da série. Já o gerente é um mala mesmo. Bem chatinho, do tipo de personagem que não devia existir numa sitcom, fora que para mim, suas piadas pareceram todas muito forçadas. O engraçado é que a dupla Neal+Rhonda é ótima. Acho que Niecy tem talento suficiente para os dois.

Há outros personagens ótimos: Molly, a gordinha que sonha ser recepcionista (e que tem uma voz incrível). Nicole, a recepcionista gostosa, burra e mal-humorada, Larry, o gay engraçadinho que brinca com sua própria situação, com frases recheadas de ironia, e Jason, um garoto do interior tentando se adaptar ao emprego e a cidade. Por falar em Jason, um dos momentos mais engraçados do episódio acontece entre ele e Rhonda, quando ela conta a história de um mendigo muito bem-dotado, quando vocês verem, entenderão.

NOTA DO EPISÓDIO: 7,5 (Pelo começo ruim)

DESTAQUE DO EPISÓDIO: Rhonda (Niecy Nash)

PIOR COISA DO EPISÓDIO: Neal (Jerry O’Connell)

TEASER: pra quem sabe inglês, vale a pena ver, pra ter um gostinho do que é a série:

“The Secret Life Of The American Teenager” – 1×01 (PILOT)

Finalmente cai um episódio na minha mão para que eu possa comentar, depois de tantos reviews de temporadas que eu ando fazendo, e (pra minha felicidade) é um episódio bom de uma série com potencial.

“The Secret Life Of The American Teenager” é uma série que estreiou na ABC Family (mesmo canal de “Kyle XY” e “Greek”) no dia 01/07, e já tem 6 episódios encomendados. A série conta a história de Amy ( Shailene Woodley, a Kaitlin, de “The OC”), uma adolescente de 15 anos que descobre estar grávida de gêmeos, e a partir dessa notícia, vemos como será o mundo da adolescente, e sua relação com sua família, amigos, e o problemático pai das crianças, Ricky (Daren Kagasoff). A série é assinada e produzida por Brenda Hampton (“7th Heaven” e “Mad About You”) e conta com nomes de peso, como Jorge-Luis Pallo (“The Unit”), Molly Ringwald, Mark Derwin (“CSI” e “Boston Legal”) e John Schneider (Johnatan Kent, “Smallvile”).

Eu gostei muito do pilot da série. Inclusive eu me assusto com isso, meu senso crítico desaparece toda vez que assisto uma série teen. E “TSLotAT” é uma série teen diferente de todas as outras que eu já vi, sua premissa já é diferente, ao mostrar a protagonista como uma adolescente que passa por um problema que algumas outras adolescentes passam, ela cria um outro patamar na televisão. As personagens são mais reais, e isso fica evidente no primeiro episódio. Você percebe que a família de Amy é uma típica família americana em todas as cenas que ela aparece, isso fica evidente pelas roupas, pelo diálogo, e principalmente pelo cenário aconchegante, não há nada de falso ali. Claro que a série não foge totalmente aos esteriótipos de séries teen, temos a menina má e superpopula Adrien, o capitão do time de futebol americano Jack(que aqui é um cristão fervoroso, ou pelo menos tenta ser), e a super-hiper-mega-religiosa Grace (que eu juro, sofre de transtorno de identidades!). São personagens que são apresentados, mas não têm suas histórias aprofundadas nesse episódio.

O episódio se concentra mesmo em Amy e a descoberta da gravidez ( a sinopse da série indica que será de gêmeos, mas essa informação não é dada nesse episódio) e dois garotos: Ricky e Ben. O primeiro é o pai do garoto, um garanhão incorrigível que toca bateria na banda da qual Amy faz parte, foi estuprado quando criança pelo pai, e desde então tenta sair com todas as meninas da escola para provar sua masculinidade, Rick e Amy se conhecem em um dos acampamentos da banda, e eles acabam trasando, ele foi a primeira vez dela, e ela só mais uma da lista dele. Já o Ben, é um típico estudante de american pie adolescente, quer ter sua primeira vez. Ele acaba apostando com um amigo que vai perder a virgindade com Amy, por quem acaba se apaixonando. Mas Ben vai acabar se envolvendo em uma confusão, já que as melhores amigas da protagonista-gestante pretendem fazer com que pareça que ele é o pai da criança, para que ela case com ele e tenha estabilidade.

Embora eu tenha gostado do episódio, não quer dizer que ele seja uma maravilha (nunca é), tem seus pontos fortes e fracos, mas no geral, foi agradável (como quase toda produção da ABC Family). As coisas que para mim não deram muito certo são: o casal pseudo-cristão Grace e Jake, Ela até que se salva e pode se dar bem na série, mesmo porque a personagem dela deve se revelar, porque não pode existir a santinha do pau oco que seja cheerleader, use roupas provocantes e seja contra o sexo, fora que a atriz que a interpreta é boa, e faz convincentemente o seu papel ( e tem como pai o supertalentoso John Schneider). Mas para o Jake eu não vejo futuro. Papel ruim, ator pior ainda, com sorte vira o palhaço da turma e renderá umas boas risadas. As duas amigas da Amy também não me convenceram, servem para dar uma boa dose de humor e para nada mais, espero que não ganhem destaque (leia-se perda de tempo) na série. Quanto a Adrien nada a falar, o papel dela no episódio foi basicamente fazer caras e bocas e poses sensuais, espero o 1×02 pra dar minha opinião sobre ela.

Se teve personagens que não deram certo, também teve os que foram ótimos. Os atores mais velhos (que já tiveram seus nomes citados acima) são excelentes e acho que vão se dar muito bem na série. Não tiveram muito destaque nesse pilot, mas eu acho que a descoberta da gravidez fará com que apareçam mais, nos próximos episódio, principalmente Anne (a mãe de Amy vivida por Molly Ringwald). Os protagonistas são ótimos, Woodley não é uma excelente atriz, mas convenceu fazendo a adolescente grávida, principalmente porque, ela tem que passar muitos sentimentos por expressões no episódio (como por exemplo a primeira cena, onde descobre que está grávida, que é muito boa). Outro ator que se destaca é Jorge-Luis Pallo, que vive o novo conselheiro, Sr. Mollina. Sua interação com os jovens é ótima, principalmente com Kenny Baumann (Ben), e suas cenas prometem. Aliás, o timming de humor de Baumann é ótimo, e o papel lhe cai como uma luva. Adorei também os seus amigos que são hilários, totalmente diferente da dupla de pé-no-saco amigas de Amy. E a japazinha das pesquisas (desculpe, o nome da personagem não foi apresentado, e nem consegui achar o nome da atriz) me conquistou ! Quanto a Kagasoff (Ricky), teve seus altos e baixos no episódio, não é um excelente ator, mas fez umas cenas boas. A única decepção é que faltou um mínimo de emoção na cena em que ele fala do seu trauma de infância, no psicólogo (que por sinal é ótimo, quero me consultar com ele já), alí Kagasoff poderia fazer a cena da sua vida (já que foi uma das cenas mais profundas do pilot), mas pisou na bola feio.

Outro ponto forte do episódio é a trilha sonora ! Tirando a Avril Lavigne (Brincadeira !) é simplesmente ótima. A gente percebe o peso de uma trilha sonora boa numa série na cena em quem Amy espera para se consultar no médico, cena que por sinal, é brilhante em sua execução.

Bem, ao fim, aconselho que assistam “The Secret Life Of The American Teenager”, não será um tempo desperdiçado!

NOTA DO EPISÓDIO: 8,7

DESTAQUE DO EPISÓDIO: Shailene Woodley (Amy)

A PIOR COISA DO EPISÓDIO: O Jack (Greg Finley)

UPDATE:

Para quem pediu números: Na sua estréia, a série teve 2,8 milhões de telespectadores, se tornando a melhor estréia de uma série na ABC Family e o segundo programa mais assistido da história da emissora, ficando atrás somente da season finale de Kyle XY que registrou 2,9 milhões.

UPDATE 2:

Um promo da série:

Temporada 2007/08 – ONE TREE HILL (5ª Temporada)

(Com pequenos Spoilers para quem não viu a 5ª temporada de One Tree Hill)

Agora, vamos falar de uma das melhores séries da Tv Americana atualmente, One Tree Hill, que nesta temporada, se renovou e retornou para o seu 5º ano reformulada.

One Tree Hill era uma série teen, mas ela mudou, pelo menos em sua essência. Porque nesta 5ª Temporada foi uma série adulta, inteligente, madura, não apenas uma série teen com personagens e dramas colegiais. Vimos personagens profundas, passando por problemas reais. O quinto ano da série inicia-se 4 ano e meio depois do final da 4ª Temporada, onde os protagonistas Lucas, Nathan, Haley, Brooke e Peyton se formam no colegial. Esse pulo passa o tempo da faculdade (ótima sacada do Mark – produtor/criador) e mostra as personagens encarando os problemas da vida. Nathan passa por problemas ao ver seu sonho de se tornar um jogador profissional de basquete ir por água abaixo, e Haley tem que carregar nas costas os problemas com o marido, a criação do filho do casal, Jamie, e seu nova cargo de professora no Tree Hill High. Lucas se tornou um escritor famoso, mas agora passa por um bloqueio e não consegue escrever seu segundo romance. Além disso, ele aceita o desafio de treinar o time (péssimo) dos Ravens com seu amigo Skills. Brooke se tornou uma estilista famosa e milionária, e sua maraca, a Clo’s Over Bro’s está em todos os lugares, mas a vida de sucesso por mais chamativa que seja, faz a ex-cheerleader sentir-se só e incompleta. Peyton sente-se frustrada por não conseguir desempenhar o trabalho que ela esperava no ramo musical, e tem qu aguentar as humilhações que o cargo de assistente do assistente do presidente (bronco) de uma gravadora lhe ofereçe. Em algum momento, eles se cansam das coisas erradas em suas vidas, e isso faz com que eles queiram mudar. Logo, todos se reencontram em Tree Hill, e tramas antigas, feridas não cicatrizadas, amores não-resolvidos do passado vão se fundir com as novas tramas e gerar algo que pode ser chamado de melhor temporada da série.

Séries teens têm uma maldição, todas elas morrem com o fim do High School. Os produtores nunca sabem o que fazer… Prolongar o High School eternamente ? Enfiar todas as personagens em uma mesma faculdade e continuar os draminhas ? Geralmente, a decisão nunca é satisfatória e a série acaba cancelada. OTH inovou e acertou em cheio. Ao pular os anos de faculdade e mostrar 4 anos depois, conseguiram aproximar as personagens a idade dos atores, e também eliminar qualquer história forçada de faculdade. Se caso aconteceu algo importante nesses 4 anos, eles podem usar os flashbacks, recurso muito bem utilizado nessa temporada. A imagem dos pais, sempre usada nas temporadas anteriores, desaparece da série, porque agora, os adultos da série são os adolescentes da temporada passada. Eles, principalmente Haley e Lucas, tem que lidar com os problemas de adolescentes agora.

PONTOS POSITIVOS PARA A TEMPORADA: Jamie Lucas Scott. A série ganhou um gás novo e novas tramas, como uma série nova, mas sem duvida nenhuma, o grande responsável por esse gás é o filho de Nathan e Haley. Ele é muito fof, inteligente, deixa as cenas bem mais leves (depois dos dramas sempre presentes em OTH) e divertidas, seu entrosamento com o elenco é visível, e suas cenas com Antwon Tanner (Skills) e Sophia Bush (Brooke) são primorosas. Outro ponto positivo: a evolução dos personagens. Vemos um Lucas mais responsável pelas suas atitude. Uma Peyton mais madura, com mais atitude e mais independente. Uma Brooke crescida, bem-sucedida, exemplo para os amigos, mais responsável, mais independente (cada vez mais). Uma Haley mais forte, mais mãe, mais protetora, daquelas que faz tudo pela família. E um Nathan mais amoroso, mais compreensível, mais batalhador. Temos novos personagens ótimos como Lindsey e Victoria. Lindsey vem pra mecher com o triângulo amoroso Lucas-Peyton-Brooke, mas é uma personagem bem profunda, que acaba oferecendo bem mais que apenas mais um vértice para esse quarteto. E Victória, que não é boa em sua essência, mas que faz um bem a trama a partir do momento que dá um destaque maior para a talentosíssima Sophia Bush interpretar sua maravilhosa Brooke Davis, que ficou bem apagadinha na quarta temporada, mas que volta com tudo nessa 5ª, sofrendo da mãe megera o que Lucas e Nathan sofreram na mão do pai, Dan, que também é outro destaque da temporada. Pena o Paul ter sido tão mal utilizado.

PONTOS NEGATIVOS: Carrie. A babá do Jammie era a coisa mais previsível da temporada. Todo mundo sabia que ela ia dar em cima do Nathan e ia acabar gerando problemas para o casal Naley. E por isso ela é um ponto negativo. Já não basta o Mark mudar o Lucas de namorada a cada episódio, ele também não deixa Haley e Nathan em paz. Ele tem um sério problema com os casais que cria. Mia, foi mal-utilizada. Pareceum uma tentativa de Haley 2ª Temporada – Reloaded. Não vi sua importância para a trama, embora tenha sido a primeira artista da Peyton e blá-blá-blá. Participações especiais mínimas de personagens que até a quarte temporada eram importantes, como Bevin, Karen, Chase e Rachel (indignação por esses dois últimos, principalmente por Rachel Gatina). Mas um ridículo para fazer par romântico com a Brooke. Coitada, não tem sorte mesmo, só personagens ruins entram na trama para virarem seu par romântico, deve ser maldição do Lucas. Tanto é que o barman foi sem nem se despedir, e nem fez falta.

MELHOR PERSONAGEM: Brooke Penélope Davis. Como a trama de Brooke foi desenvolvida, e como a personagem evoluiu, de uma cheerleader para uma multimilionária estilista e toda a história de querer ser mãe, no fim da temporada, rendeu a Sophia Bush, sua melhor temporada na pele da personagem.

PIOR PERSONAGEM: Muitos, teve alguns personagens que não vingaram. Como é o caso do Quentin (que até se redimiu no fim da temporada), da Mia, do personagem do Kevin Federline (tão ridículo que nem lembro o nome) e a chefe papa-anjos do Mouth, Alicia.

DESTAQUE DA TEMPORADA: Jamie Lucas Scott. Me crucifiquem, podem falar que ele nem tem uma historyline, que tudo o que ele sabe fazer é desenhar e falar do Chester. Mas eu acho que ele guiou o ritmo dessa temporada, também esteve presente em todo núcleo principal da série, envolvido em todas as tramas importantes.

PIOR HISTÓRIA: A do Mouth. Começou idiota, com o relacionamento com a chefe que o odiava, e mesmo depois de terminado, não mudou muito, pois ele só serviu para ser o namorado da Millicent (outra surpresa boa da temporada). É Lee, não foi um ano bom para você.

MELHOR PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: Bárbara Alyn-Woods, como Deb Lee-Scott (sempre fiquei com a dúvida, ele continua se chamando Scott, ou voltou para o nome de solteira?). Ela veio para divertir os últimos episódios.

MAIOR SURPRESA DA TEMPORADA: O mistério do telefonema do Lucas, no Season Finale. E a falta de abertura ! =P

TOP 5 – MELHORES EPISÓDIOS:

1. 4 Years, 6 Months, 2 Days – 5×01

2. Racing Like a Pro – 5×02

3. I Forgot To Remember to Forget – 5×05

4. Hundred – 5×12

5. Hate Is Safer Than Love – 5×17

PIOR EPISÓDIO: Nenhum ! Achei a Season Finale meio fraca, mas ela tá boa, nem um chega a ficar nem ruim, muito menos a se tornar o pior.

MELHOR ATOR E MELHOR TRIZ: Jackson Brundage (Jamie) e Sophia Bush (Brooke).

MELHOR CENA: São na verdade 3 melhores cenas. A primeira é a da Brooke e do Jamie tomando sorvete no 5×08. A segunda, é da Brooke demitindo Victória, no 5×11. E a última é a doe telefonema do Lucas, no Season Finale, 5×18. Se eu pudesse adicionar mais uma, colocaria a abertura do 5×18, com Jackson e Gavin DeGraw tocando piano.

EXPECTATIVAS PARA A PRÓXIMA TEMPORADA: Mais Jamie e mais Brooke. Mantenham o que está funcionando. Uma participação decente de Daneel Harris e sua personagem, Rachel Gatina. Uma história melhor para o Mouth, se ele for continuar. Novos personagens interessantes, não colcoquem personagens só por colocar. Que Haley e Nathan tenham paz no casamento, cuidar da csa, filho, contas, já são problemas demais. Enfim, mas OTH. Que a série continue como sempre, e continuará ganhando temporadas.

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