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One Tree Hill | (6×14) | A Hand To Take Hold Of The Scene

ONE TREE HILL

A cada episódio de “One Tree Hill” que passa, tenho cada vez mais uma sensação de que o fim está próximo. Todos os personagens já estão com um Happy End encaminhado. Lucas e Peyton estão noivos e grávidos (e creio que desta vez, ninguém separa esse casal), Haley está trabalhando com música (mesmo que como produtora da Mia) e Nathan está recomeçando sua trajetória no basquete. A única com um futuro ainda incerto era Brooke Davis, isso até o 6×14.

Mark trouxe-nos três candidatos a par romântico de Brooke. Chase (que retornou sabe Deus pra quê), Owen (que personagem inútil) e Julian. Owen perdeu sua chance com Brooke já faz uns episódios e acredito que ele não terá outra, pois é um personagem indiferente ao público. Chase ainda poderia ter uma chance mas o Mark decidiu dar um outro caminho para o personagem, que terá um romance com Mia. E nesse quadro, sobrou o candidato número 3: Julian. Ele apareceu de forma estranha, parecendo que viria para estremecer o casal Leyton, mas de uns 3 episódios pra cá, ele mostrou interesse em Brooke, o que ficou claro nesse episódio quando ele disse: “Comecei a ler o livro por causa da Peyton, mas me interessei nele por você(Brooke)”.

Confesso que estou gostando do romance dos dois. Não foi uma coisa forçada como foi Brooke/Owen e também tem muito mais química que Brooke/Chase. Portanto, entre tantos desastres amorosos de Brooke, Julian parece a melhor opção para o Happy End da melhor personagem da série. Só espero que Mark não venha começar a destruir as estruturas por ele criadas e venha fazer do romance Julian/Brooke uma forma do rapaz se vingar de Peyton. Seria terrível mais essa para a Brooke.

No núcleo da Brooke, vale destaca ainda, a relação entre ela e sua filha adotiva Sam. Não era muito a favor dessa trama no começo da temporada, mas isso revigorou o lar da Brooke, que estava muito triste desde o ataque. Fora que Brooke tem se mostrado uma baita mãe pra Sam, que, falando nela, cresceu muito na série nos últimos episódios.

Quanto aos outros personagens, tiveram tramas descontraídas no episódio. Haley e Nathan foram num encontro duplo com Chase e Mia, o que rendeu cenas engraçadíssimas, como a “ajudinha” de Nathan a Chase nas cestas, e a atuação na dupla no karaokê. Só não entendi o motivo de dar tanta atenção a trama de personagens coadjuvantes como Mia e Chase e deixar personagens como Skills, Deb e Dan (onde estão eles?) de lado.

Enquanto Haley e Nathan se divertiam no Tric, Jamie e seu amigo Aundrey (qual o motivo desse garoto na série?) ficaram com Lucas e Peyton, que deveriam cuidar deles, e acabou sendo o primeiro teste da paternidade que os dois terão de adquirir para saber lidar com o próprio filho. Mesmo sendo uma trama sem nenhum compromisso, rendeu boas gragalhadas, como no joguinho de pôquer de Jamie.

Sobre Millicent e Mouth, prefiro nem comentar. Que estórinha chata essa deles. Palo amor de Deus !

Pra concluir, retomo minha idéia inicial. Se One Tree Hill continuar nesse rumo, não consigo ver a série com uma vida muito longa não. Vejo seu fim ainda nessa 6ª Temporada. E como ela caiu nas graças do The CW – que quer renová-la para uma 8ª Temporada, sim, 8ª – espero que cheguem em um consenso, CW e Mark, para que a série não fique aquele lenga-lenga de junta casal/separa casal, porque senão a série vai perder a oportunidade de ter um bom final.

One Tree Hill – 6×03 – Get Cape. Wear Cape. Fly.

PERFEITO, essa é a única palavra que descreve esse 6×03 de One Tree Hill.

É incrível ver como depois de 6 temporadas One Tree Hill ainda consegue nos surpreender com um episódio sensacional. E o único motivo desse episódio ser sensacional, é porque nele podemos ver a essência de todos os personagens da série. Desde os mais antigos, como Brooke, Nathan, Haley, Lucas e Peyton, até o pequeno Jamie Scott. É ruim o fato de que precisamos de uma morte para que pudéssemos presenciar tais momentos, mas há males que vem pra o bem. O 6×03 de One Tree Hill veio para mostrar que, mesmo após 6 temporadas, a série ainda tem fôlego, graças a personagens magistralmente escritas.

O episódio, embora tenha sido perfeito, no geral, teve alguns erros em sua execução. Esse episódio não era para ter cenas do Dan e da Nanny Carrie, pois tais cenas quebraram todo o ritmo do episódio e, NÃO, a história da Nanny Carrie ter perdido um filho não me comoveu nem um pouco, me parecendo um drama forçado, entre tantos outros que aconteciam no episódio. Alguns outros erros do episódio foram: algumas partes do episódio que se desenvolveram de forma muito lenta, deixando o episódio ter dramas longos que poderiam muito bem serem resolvidos em cenas de 3 minutos, no máximo. E aquele micro- flashback do Nathan, onde seu pai o manda beijar o bisavô foi a coisa mais desnecessária que eu já vi em todos os episódios de One Tree Hill, poderia muito bem ter deixado aquilo no contexto da conversa. Mas esses erros tornaram-se coisas minúsculas, dada a grandiosidade do episódio.

O drama de Brooke Davis continuou em evidência no episódio. Mas, assim como a própria B. Davis, ele ficou em segundo plano, em prol de um problema maior. É incrível ver como ela continua a mesma pessoa de sempre com os amigos, mesmo tendo recuperado algo da antiga Brooke, mas essa, quem vai lidar com ela é Victoria. Foi incrível a cena entre ela e Nathan. Os dois são meus personagens favoritos da série, e fico muito triste com as pouquíssimas cenas unicamente deles (que são raríssimas) que aparecem na série. Espero que Nathan decida mesmo ajudar Brooke, para que possamos ver mais de Sophia Bush e James Lafferty juntos em cena.

Adorei ver como Nathan e Haley encararam a notícia, e como eles passaram isso para o Jamie. A família Scott é perfeita, e a união deles é o que ajuda muito nesses momentos. Eles não passam por nada assim desde a morte do Keith. E além do mais, tinham uma relação bastante estreita com Quentin. No geral, gostei muito de como eles lideram com essa tragédia, tanto no âmbito familiar, quanto na vida profissional.

Vale destacar a excelente interpretação da atriz que fez a mãe do Quentin. Ela foi brilhante em cena, quando Nathan, Haley, Skills e Lucas foram visitá-la. Consegui perceber a dor que ela realmente sentia, e até senti um arrepio quando ela diz que nunca vai esquecê-lo. Emocionante. Quem melhorou também como ator foi Antwon Tanner (Skills), a sua cena no final do episódio, onde ele chora na quadra também foi emocionante. Peyton para mim, nesse episódio pareceu apática demais. Ta bom que o relacionamento dela com o Quentin era quase nulo, mas até a Brooke mostrou absorver o sofrimento dos amigos. Chad (Lucas) mais uma vez mostrou o quão péssimo ator é, e não acrescentou em nada no episódio (talvez seja por isso que Peyton estava tão apática, afinal, de quem ela ia absorver sofrimento?). E por último Samantha. Ela surgiu em um momento bom, mas é uma personagem fraca. Ela é simplesmente a versão feminina do Quentin. A garota má que a Haley vai ajudar. Espero que Mark reserve uma surpresa pra ela, senão ele terá trocado seis por meia-dúzia. Mas vale destacar o texto lindo que é narrado por ela durante o episódio.

E para encerrar: Jamie. Desde o final do último episódio eu já esperava um show do Jackson Brundage (intérprete do Jamie) para esse episódio. E ele não me decepcionou. A pessoa que disser que esperava mais, está querendo demais de uma criança de 5 anos. Jamie não entende a morte como seus pais ou tios. Ele sente a dor, e chama atenção para isso no fim do episódio, quando faz questão de ir ao enterro, mas a sua dor é algo incompreensível para um adulto. Ele não tem a necessidade de expor esse sentimento, mesmo porque, a falta do Q ainda não foi sentida, ele apenas percebe um vazio. Quem perdeu familiares próximos nessa idade pode dizer o quão verossímil foi a interpretação do Jackson naquelas cenas. Ficaria falso se ele passasse o episódio todo chorando, trancado no quarto. Essa é a primeira experiência de perda que Jamie passa em sua vida (ele não era vivo quando Keith morreu), mas isso não quer dizer que ele não tenha passado pelos estágios do pesar, mas simplesmente, as crianças chegam a aceitação mais rapidamente. As cenas mais fantásticas do episódio são cenas em que ele está presente: toda a continuidade da cena do balanço (que termina com ele entregando a camisa de Q para o seu irmão), a cena em que ele vai se arrumar, para ir ao enterro de Quentin e a mais espetacular de todas, a cena dele com Brooke, no final do episódio, mostrando o seu pesar pela morte de Quentin, quando todos já foram e ele coloca a capa (o último elo dos dois) sobre o caixão. (Parabéns novamente a Sophia Bush. Aula de interpretação)

Resta saber agora se o próximo episódio vai manter o nível incrível que esse atingiu, ou se Mark (como de costume) vai vir com situações extremamente forçadas e vai acabar com o momento mágico que esse 6×03 atingiu.


P.S.: Não poderia deixar de citar a excelente trilha sonora do episódio, por Matthew Ryan.

One Tree Hill – 6×02 – “One Million Billionth of a Millisecond on a Sunday Morning”

FRASES DO EPISÓDIO:

“E eles achavam que a última babá era maluca!” – Jamie

“Seu plano é uma droga!” – Dan

“Quer uma bebida ou eu espero você pedir a Brooke em casamento?” – Skills

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Como é bom ter One Tree Hill de volta. Principalmente o antigo One Tree Hill. Tempos de Lucas Scott escondido no Karen’s Café, brincando de mini-golf com Haley, sentindo-se contra o mundo. E foi assim que me senti com o começo desse 6×02. O início, com Lucas falando de como a mãe dele brigava com ele quando pulava na cama, intercalando as imagens dele com as de Jamie pulando na cama, me fizeram sentir-se assustadoramente em casa. É incrível como, em vários momentos, sinto como se a história de Lucas se repetisse com Jamie (dadas as enormes diferenças, claro). Mas quem não confunde, algumas vezes, Lucas, Karen e Keith com Jamie, Haley e Lucas ?

O primeiro episódio dessa sexta temporada tinha como foco central a escolha de Lucas e a continuidade do atropelamento de Dan (tramas do Season finale da quinta temporada), e por causa disso, muitas outras coisas ficaram apagadas naquele episódio. Entre tantas outras, o casal Naley quase não apareceu. Mas o “erro” cometido naquele episódio não aconteceu nesse. Lucas e Peyton foram deixados “de lado” (ótima jogada do Mark, que não enjoa a imagem do casal), e outras tramas tiveram destaque, principalmente a do casal mais completo da série. Vimos Nathan e Halley exercendo suas profissões, Nathan correndo atrás do seu sonho e percebendo que não será tão fácil como imaginado. Vimos eles voltando a se relacionar com o meio social em que vivem: alunos/jogadores, amigos e parentes. E tivemos como brinde, uma cena brilhante dos dois na RiverCourt.

O episódio também dá continuidade ao drama de B. Davis, que promete render muito ao decorrer da temporada (afinal, para que aprender a atirar? Não bastava contratar seguranças ?). E o melhor é ver Sophia Bush mostrando todo o seu talento em cena (embora com o rosto arrebentado machucado – COITADA!). Brooke é sem dúvida nenhuma, a melhor personagem de OTH, com a maior evolução no decorrer dessas 5 temporadas, e qualquer drama – mesmo um meio pesado como esse – é bom para ver a personagem crescer mais ainda. Brooke está com razão de ter raiva do mundo, de sentir-se deprimida, de repensar a vida, de procurar onde errou. Ela, por mais que pareça uma super-heroína em alguns momentos, é humana e merece esses momentos de depressão para poder ver sua vida e tentar corrigir seus erros e recomeçar.

Dan voltou a falar e, com isso, voltou também a ser fantástico. Sabia que Nanny Carrie iria se desmanchar toda quando Dan voltasse a usar toda sua eloqüência para fazer seus joguinhos psicológicos. Em todas essas cenas, é ótimo ver o nível de atuação dos atores envolvidos (eu realmente subestimei Nanny Carrie), mas não a história em si, pois é uma coisa repetida (ou só sou eu que me lembro de PsicoIAN quando vejo essas cenas?).

O casal Deb e Skills está longe de ser uma boa jogada do Mark. Os dois renderiam muito mais se estivessem suas histórias separadas, mas a cena da conversa onde Deb vai pedir conselho a Skills até que foi muito boa. Também foi bom ver Deb indo ajudar Brooke nesse momento tão ruim de sua vida. E saber que Deb foi a primeira pessoa que Brooke procurou (e não acredito que tenha sido apenas por causa da arma. Tinha outros meios da Brooke conseguir uma.).

Mas a verdade é que, todo o episódio, teve apenas uma função: a despedida de Q. O personagem teve mais destaque do que jamais teve em um único episódio da série, e no decorrer do mesmo, ele vai se despedindo das pessoas para quem ele tinha mais valor: Jamie, quando lhe entrega a sua caixinha; Haley, quando fica para fazer a prova de literatura e tem uma conversa sincera com a professora; e Nathan – talvez a mais emocionante – quando cada um dá crédito ao outro, pelo avanço que passaram na temporada passada. O que tinha tudo para ser perfeito vai por água abaixo quando vem aquela cena – ridícula – da morte de Q. Muito sem noção ele ir pagar a conta lá da gasolina e o ladrão simplesmente matá-lo. Parece que Mark só queria se livrar do personagem mas nem planejou direito uma morte mais digna para ele. Cena desnecessária de uma morte mais ainda.

Para finalizar, vou falar de Jamie. A cada episódio me certifico mais ainda de que ele é o melhor ator do elenco, e uma das melhores coisas da séria atualmente. Nesse episódio não foi diferente. Algumas coisas memoráveis vieram por sua causa, tipo o “grandpa Skills”, ou ele medindo as orelhas quando Nathan o chama de orelhudo, ou ele contando pro Lucas que o seu pai não gostava dele, ou até mesmo ele perguntando para ele se ele já amou sua mãe ou a tia Brooke, ou – melhor ainda – quando ele pergunta ao Lucas se quando ele se casar ele terá que carregar as alianças e ao que o Lucas responde não ele diz: “Ótimo. Porque da última vez não deu muito certo mesmo”. Sei que ele terá muito mais destaque e mais uma chance de mostrar o seu talento no próximo episódio, quando descobrir a morte de Q.

P.S.: Ridículo a Peyton acreditar naquela história da Brooke de que caiu da escada. Eu acho que ela estava tão feliz que não percebeu os problemas das pessoas ao seu redor. Mas tomara que eu esteja errado, pois isso seria enormemente egoísta da parte dela, principalmente com a Brooke, que já fez tanto por ela.

P.S. 2: Tenho que assumir que ri um bucado na hora qua a Brooke fala pra Peyton que tava daquele jeito porque tinha brigado com a Lindsey. B. Davis consegue ser incrível até nos momento mais tristes.

One Tree Hill – 6×01 – ”Touch Me I`m Going To Scream, Part 1”

Só Deus sabe (e meus amigos, familiares, o tio da padaria, da banca de revistas, mendigos de rua e etc.) o quanto eu esperava por essa sexta temporada de One Tree Hill. Uma das melhores séries de todos os tempos, teve uma das melhores temporadas, com um dos melhores Season Finales. A expectativa tava à mil, e eu contava os dias para o dia 1º de Setembro. Até que ele chegou, e com ele surpresas.

Quando One Tree Hill chegou ao fim de sua 4ª Temporada, começou a expectativa para a 5ª e o que viria dali. Como assim avançar quatro anos no tempo ? Isso é burrice loucura ! Então veio a 5ª temporada e com ela um novo mundo. Os adolescentes de antes passavam a lidar com a vida e seus percalços, nossos heróis inconseqüentes estava mostrando um nível incrível de maturidade. Fomos apresentados a novos personagens: Jamie, Victoria, Millicent, Nanny Carrie, Lindsey, “Q”, entre outros. Mas na quinta temporada já tinha, logo de cara, um grande problema: a greve dos roteiristas. Mas como avaliar os prejuízos causados por ela à série ? Na estréia da 6ª Temporada podemos ver um pouco do plano dos produtores para alguns personagens pouco aproveitados da temporada passada.

Mas vamos ao episódio ?

Bem, o episódio começa do fim do episódio da temporada passada. Começamos com Lucas “sonhando” como seria a vida com cada uma de suas três pretendentes. Entre as três, sempre achei que Brooke tinha a menor chance de ser a escolhida, mas a força dos Brucas fazia dela uma concorrente de peito para P. Sawyer, e praticamente limava Lindsey da disputa (mesmo porque todos já sabiam da saída de sua intérprete, Michaela McManus, do elenco de OTH, para assumir um papel em Law & Order: SVU), e justamente por esse “poder” de B. Davis com o público, Mark foi sarcástico o suficiente pra começar o episódio com uma piadinha, e iludir os fãs Brucas. Mas, no fim, acabou que Lucas escolheu mesmo a Peyton, a que, em minha opinião, tinha maior chance. Peyton e Lucas só voltaram a ter participação no episódio nas várias tentativas do seu não-casamento. Mas enquanto os dois estavam de lua-de-mel, as coisas esquentavam em Tree Hill.

Vemos agora Dan, após o seu atropelamento ser “resgatado”. O problema é que ele foi resgatado pela Nanny Bitch Carrie – A Estranha, que tem um plano para se vingar dele (por ter destruído a tentativa de seqüestro do Jamie, na 5ª Temporada) e que também planeja pegar Jamie mais uma vez.

Mouth, após pedir demissão na última temporada, consegue um emprego em Omaha, e pretende ter seu Happy End com Millicent, mas ela tem problemas a cuidar. Victoria Davis volta pra bater de frente com a filha e dizer que vai demiti-la da sua empresa, e a maré de azar de Brooke parece continuar, já que além de ser roubada, ela também acaba perdendo sua assistente (já que, com seu coração enorme, libera Millicent dos seus problemas, pra que ela possa ir com Mouth). No episódio ainda vemos Nathan e Halley tocando suas carreiras e também Deb e Skills se acostumando com o “namoro” deles.

É tão bom ver Halley e Nathan felizes, tanto na vida amorosa, quanto na carreira. Aquela família merece um descanso e foi isso que esse episódio trouxe à eles, eu sei que não vai durar muito (afinal, é OTH, SEMPRE tem alguma coisa), mas mesmo assim foi gratificante ver esse momento feliz.

Quando começou a 5ª Temporada, vimos Jamie Scott pela primeira vez, e ele roubou a cena. Isso não deixou de acontecer esse ano. Jamie dançando foi engraçadíssimo, tendo destaque a primeira coreografia, com Q na quadra.

Temos a despedida de Mouth, que fecha o seu arco na série. E acredito que, se caso ele voltar, será apenas participação. Então essa, acredito eu, será sua última participação na série (posso estar enganado, mesmo porque, não leio spoilers), e com ele vai também Millicent, que eu sempre gostei muito.

Outro ponto do episódio foi ver a participação maior de alguns personagens meio apagados na última temporada, Carrie e Victoria. Carrie teve seu ápice de participação quando seqüestrou Jamie, mas sempre esperei que ela tentaria de novo. Já a Victoria quase não apareceu na temporada passada, e eu sempre soube que ela iria fazer mais que aquilo, e agora ela volta, COM TUDO (infelizmente, para a Brooke).

Terminamos o episódio de forma surpreendente, afinal, nossa querida e amada (eu sei, sou puxa-saco mesmo) Brooke Davis é atacada ao fechar a sua loja. Falarei sobre isso em um post especial aqui no Vês, na sexta-feira (mesmo porque, esse já está muito grande).

DESTAQUE DO EPISÓDIO: Nanny Bitch Carrie. Ela me deu medo nesse episódio, principalmente com as cenas meio “Jogos Mortais” dela carregando o Dan para a casa.

NOTA DO EPISÓDIO: 9,0

Pra finalizar só quero dizer uma coisa: Como é bom ter One Tree Hill de volta, todos os seus dramas, todas suas tramas, e os personagens que amamos. Que venha o 6×02.

Acabou !

Por mais que já fosse esperado, é uma notícia triste para os fãs de One Tree Hill como eu, mas…

… A SEXTA TEMPORADA SERÁ A ÚLTIMA TEMPORADA DA SÉRIE !

Portanto, a partir de 01 de Setembro, começa a contagem regressiva dos 23 últimos episódios da série.

P.S.: Isso ainda não foi confirmado pelo The CW. Mas as (mais variadas) fontes confirmam… E com o tititi em sites especializados, é questão de tempo até aparecer a confirmação formal !

FIQUEM ATENTOS EM UPDATES NESSE POST !

ARTIGO: One Tree Hill – Brucas x Leyton

One Tree Hill é uma série completa. Tem histórias adolescentes, tem esporte, tem música (que é um dos pontos fortes da trama), tem humor, tem drama (um pouco demais, até), e um monte de coisas mais. Mas não tem jeito, no centro da trama temos um triângulo amoroso. No piloto da série começamos a ver a história de Lucas Scott que, entre tantas coisas, era apaixonado por Peyton Sawyer, namorada do seu meio-irmão, Nathan. Quando a maioria dos obstáculos que separava o casal pareceu deixar de existir, eis que surge Brooke Davis, melhor amiga de Peyton, que se apaixona (pela primeira vez na vida) por Lucas. Depois de 5 temporadas e muitas idas e vindas de Lucas com Brooke e Lucas com Peyton, esse ainda é um assunto que mexe muito com os fãs da série, principalmente depois da Season Finale do quinto ano, e o misterioso telefonema de Lucas.

A principal conseqüência desse triângulo amoroso é a divisão dos fãs da série em Brucas (aqueles que torcem para Brooke e Lucas) e Leytons (os que torcem para Lucas e Peyton), mas a principal questão é: até onde essa competição Brucas x Leyton é saudável para a série ?

Mariana, uma das moderadoras da comunidade One Tree Hill no Orkut diz: “É saudável, até certo ponto, isso é bom porque estimula as pessoas a participarem mais da comunidade e de outros fóruns que falam a respeito da série, fora que, dá uma audiência tremenda pro seriado”. Mas assume que algumas pessoas de vez em quando passam do limite do saudável: “Mas tem pessoas que levam super a sério e se separam sim dos outros fãs”.

Qualquer pessoa que visita a comunidade pode ver que esse assunto é muito freqüente lá. Além dos tópicos “Brooke e Lucas” e “Lucas e Peyton” (que têm mais de 25000 posts), o assunto é frequentemente abordado em outros tópicos, o que pede algumas atitudes mais duras da moderação. Ao ser perguntada sobre isso, Mariana responde: “Ah, isso é um problema que antes só era monitorado mais rigorosamente quando surgiam ofensas pessoais, porque tem gente que não sabe separar ficção de realidade e acaba levando tudo para o lado pessoal. Depois da criação de um tópico exclusivo para esse debate, nós moderadores tentamos evitar ao máximo que as pessoas evitem entrar nesse assunto em qualquer outro tópico da comunidade. Se elas entram, nós deletamos os posts, e deixamos um aviso no tópico. Mas é complicado, que por mais que alguém não queria ter entrado nesse assunto, algum shipper “rival” pode sempre acabar interpretando mal uma opinião e começando mais uma vez a discussão sem fim! rs.
Se o pessoal insiste, a gente toma medidas mais severas”.

Mas isso não quer dizer que os moderadores da comunidade utilizam só da “força” para tentar evitar conflitos. “Por exemplo, lá na comunidade que modero,a 1 ano atrás, entrei no tópico “rival”, e fiquei amiga de todo mundo, depois disso, um grupo de 20 e poucas pessoas começou a frequentar o tópico de seus “rivais” e todos ficaram muito amigos. Então acredito que não há problema nenhum em torcer para um casal diferente, é só ninguém começar um debate sobe qual o melhor casal e tudo o mais, claro. Rs”, finaliza Mariana.

Para ser justo, perguntei para um Brucas e para um Leyton a opinião deles e a explicação: PORQUÊ O SEU CASAL É O CERTO ? Eis as opiniões:

OPINIÃO DE UM LEYTON:

“Bom, Leyton é o casal certo porque existe uma química total entre eles desde o 1º episódio, a gente percebe o amor explosivo que existe entre os dois. Apesar de que a Peyton, no começo, tentou resistir e não se permitiu admitir o que realmente sentia. Mas eles são cúmplices, amigos, companheiros. Independentemente de estarem namorando ou não sempre estão um ao lado do outro. (ver 2º e 3º temporadas). Leyton é um amor puro, que a gente consegue perceber até por olhares, gestos, atitudes, é algo que está totalmente na cara! Bom não gosto de ficar falando mal de Brucas porque acho que o Luke gostou da Brooke (não da mesma forma que ele gosta da Peyton) e Brooke realmente amou Lucas”.

Emanuella de Souza – Comunidade “One Tree Hill”.

OPINIÃO DE UM BRUCAS:

“Quando começou OTH eu nem gostava da Brooke, e nem do seu jeito. E gostava muito da Peyton, inclusive com o Lucas. Isso até ver a Brooke com o Lucas. É incrível a forma como o namoro dos dois interferiu nos personagens. O Lucas, com ela, fica mais solto, mais alegre, e com mais vontade de viver a vida. Ela, antes do Lucas, não era uma menina de se apaixonar, só queria curtir, era inconseqüente, etc. Ela se apaixona por ele gradualmente, e vemos como isso a transforma. No decorrer das 5 temporadas, Brooke foi a personagem que mais cresceu. Mesmo se juntar a evolução de todos os outros personagens, não dá a dela.

O amor do Lucas e da Peyton é uma coisa meio idealizada. Aquela coisa do primeiro amor, que já cansamos de ver na vida real, e que nunca dá certo. O máximo que faz é machucar os dois e impedir de que sigam suas vidas. Fora que a Peyton é muito dramática, qualquer probleminha ela vai correndo para os braços do Lucas e espera que ele o resolva por ela, atrasando a vida dele, impedindo que ele prossiga sem ela.

Fora que os atores ajudam muito. Não vejo muita química entre Hilarie e Chad. Já ele com a Sophia são perfeitos juntos, e trabalham muito bem como um casal. Mesmo depois do divórcio (que era um dos melhores momentos do casal na série), você não percebia nenhum problema entre os dois, e suas cenas continuavam ótimas.

Brucas é um casal que não morre. Mesmo quando fica sem destaque (como nessa 5ª temporada), qualquer coisinha ressuscita eles. Como por exemplo, as cenas dele com ela e a Angie, no final da temporada. E isso acontece porque os dois se amam. O amor deles está no máximo adormecido, mas existe. Vemos isso, por exemplo, quando a Brooke fala para ele que para esquecê-lo se concentrou na Clo’s Over Bro’s, e depois disso, ela amplia a loja, mas mesmo assim, fica visível que ela não consegue esquecer do Lucas. Eu vou ser Brucas até o fim!”.

Lígia Reis – Estudante.

SOPHIA BUSH, CHAD MICHAEL MURRAY E HILARIE BURTON – OS VÉRTICES DO TRIÂNGULO:

Sophia Bush, Hilarie Burton e Chad Michael Murray vivem Brooke, Peyton e Lucas, respectivamente. Embora Lucas seja o ponto em comum entre as duas garotas, quem rouba a cena mesmo são as duas atrizes. Não há como pensar no triângulo amoroso sem lembrar das duas. Seus fãs agitam fóruns ni internet para saber qual das duas é a melhor atriz, e a rivalidade só aumenta.

Embora isso acontece entre os fãs, as duas atrizes se dão muito bem, e são muito amigas fora da série (e dentro também). Já o relacionamento de Sophia e Chad já é meio tumultuado. Depois do casamento relâmpago e do divorcio, correm boatos de que os dois não se bicam nos bastidores da série. Se os boatos são verdadeiros, não sabemos. Pelo menos nos eventos públicos da série eles parecem se darem bem, ou pelo menos, se suportarem.

Ao ser perguntada sobre os atores pertencentes ao triângulo amoroso, veja o que respondeu Mariana:

“Eu adoro o trabalho das duas, mas minha paixão maior é pela Hilarie, então a Peyton é minha personagem preferida! rs. Quanto a personagem das duas, não sou muito fã da Brooke, mas ela possui uma das melhores storylines do seriado, não vou negar, é a tipo de personagem que todos gostariam de ser na vida real. A Peyton já faz mais o estilo “gênio incompreendido”, acredito eu. Faço parte do pequeno clube de admiradores de Peyton Sawyer”, e “Falando do Lucas fora de um relacionamento, é um dos melhores, se não o melhor personagem do seriado. E o Chad é um ótimo ator, só deixa a desejar na interpretação de um bêbado. Hahaha”.

A HISTÓRIA DO TRIÂNGULO AMOROSO:

Para finalizar a entrevista, perguntei a Mariana o que ela, como fã, achava do triângulo amoroso, seus vértices, sua história, e como ela foi contada pelo Mar ao longo dessas 5 temporadas, ao que ela me respondeu: “Sinceramente, não. Ambos casais, Brucas e Leyton, tiveram um início muito repentino e meio nada a ver. Na primeira temporada, o Lucas se envolveu com a Brooke depois de ter feito uma declaração daquelas para a Peyton. Já na 4° temporada, a Peyton percebeu que amava o Lucas depois de pedir o Jake em casamento. Eu acho que nessas horas, o Mark deixa e muito a desejar, ele reata esses casais de formas muito surreais”.

Mesmo com todas indas e vindas e toda agitação, o triângulo amoroso, pelo visto, não terá um fim tão cedo. É uma das coisas que agita a série, e faz com que milhões de fãs se juntem para torcer pelo seu casal favorito, mas sobretudo, faz com que eles assistam à série. Embora as vezes Mark erre, e faça coisas sem sentido para fazer com que tal casal fique junto, ou para que outro se separe, e isso irrite alguns fãs, também existem os momentos bons, as cenas memoráveis, os momentos que fazem com que Leyton e Brucas amem a série.

Se eu quero o fim do triângulo? Não por enquanto! Tenho minha torcida, mas não quero que tudo ocorra fácil, a vida não é fácil, é feita de várias voltas. As voltas de OTH já estão acabando (a série já está chegando na 6ª temporada e poucas séries conseguem chegar nesse marco, quanto mais ultrapassá-lo) e o máximo que nós, fãs, podemos fazer é se divertir com todos os momentos que elas nos proporcionam e com o que nossos personagens favoritos estão vivendo.

O próximo artigo do VeS sairá na próxima sexta-feira, aguardem !

UPDATE:

Agradecimentos especiais para as pessoas que me ajudaram a fazer esse primeiro artigo: minha amiga Lígia. Mariana, uma das moderadoras da comunidade One Tree Hill, e a Emanuella e ao Armando, do tópico leyton da comunidade, que também me ajudaram.

O link da comunidade.

[Link retirado ! Agradeço as pessoas que me ajudara, mas por problemas com alguns moderadores estou me desligando da comu ]

Temporada 2007/08 – ONE TREE HILL (5ª Temporada)

(Com pequenos Spoilers para quem não viu a 5ª temporada de One Tree Hill)

Agora, vamos falar de uma das melhores séries da Tv Americana atualmente, One Tree Hill, que nesta temporada, se renovou e retornou para o seu 5º ano reformulada.

One Tree Hill era uma série teen, mas ela mudou, pelo menos em sua essência. Porque nesta 5ª Temporada foi uma série adulta, inteligente, madura, não apenas uma série teen com personagens e dramas colegiais. Vimos personagens profundas, passando por problemas reais. O quinto ano da série inicia-se 4 ano e meio depois do final da 4ª Temporada, onde os protagonistas Lucas, Nathan, Haley, Brooke e Peyton se formam no colegial. Esse pulo passa o tempo da faculdade (ótima sacada do Mark – produtor/criador) e mostra as personagens encarando os problemas da vida. Nathan passa por problemas ao ver seu sonho de se tornar um jogador profissional de basquete ir por água abaixo, e Haley tem que carregar nas costas os problemas com o marido, a criação do filho do casal, Jamie, e seu nova cargo de professora no Tree Hill High. Lucas se tornou um escritor famoso, mas agora passa por um bloqueio e não consegue escrever seu segundo romance. Além disso, ele aceita o desafio de treinar o time (péssimo) dos Ravens com seu amigo Skills. Brooke se tornou uma estilista famosa e milionária, e sua maraca, a Clo’s Over Bro’s está em todos os lugares, mas a vida de sucesso por mais chamativa que seja, faz a ex-cheerleader sentir-se só e incompleta. Peyton sente-se frustrada por não conseguir desempenhar o trabalho que ela esperava no ramo musical, e tem qu aguentar as humilhações que o cargo de assistente do assistente do presidente (bronco) de uma gravadora lhe ofereçe. Em algum momento, eles se cansam das coisas erradas em suas vidas, e isso faz com que eles queiram mudar. Logo, todos se reencontram em Tree Hill, e tramas antigas, feridas não cicatrizadas, amores não-resolvidos do passado vão se fundir com as novas tramas e gerar algo que pode ser chamado de melhor temporada da série.

Séries teens têm uma maldição, todas elas morrem com o fim do High School. Os produtores nunca sabem o que fazer… Prolongar o High School eternamente ? Enfiar todas as personagens em uma mesma faculdade e continuar os draminhas ? Geralmente, a decisão nunca é satisfatória e a série acaba cancelada. OTH inovou e acertou em cheio. Ao pular os anos de faculdade e mostrar 4 anos depois, conseguiram aproximar as personagens a idade dos atores, e também eliminar qualquer história forçada de faculdade. Se caso aconteceu algo importante nesses 4 anos, eles podem usar os flashbacks, recurso muito bem utilizado nessa temporada. A imagem dos pais, sempre usada nas temporadas anteriores, desaparece da série, porque agora, os adultos da série são os adolescentes da temporada passada. Eles, principalmente Haley e Lucas, tem que lidar com os problemas de adolescentes agora.

PONTOS POSITIVOS PARA A TEMPORADA: Jamie Lucas Scott. A série ganhou um gás novo e novas tramas, como uma série nova, mas sem duvida nenhuma, o grande responsável por esse gás é o filho de Nathan e Haley. Ele é muito fof, inteligente, deixa as cenas bem mais leves (depois dos dramas sempre presentes em OTH) e divertidas, seu entrosamento com o elenco é visível, e suas cenas com Antwon Tanner (Skills) e Sophia Bush (Brooke) são primorosas. Outro ponto positivo: a evolução dos personagens. Vemos um Lucas mais responsável pelas suas atitude. Uma Peyton mais madura, com mais atitude e mais independente. Uma Brooke crescida, bem-sucedida, exemplo para os amigos, mais responsável, mais independente (cada vez mais). Uma Haley mais forte, mais mãe, mais protetora, daquelas que faz tudo pela família. E um Nathan mais amoroso, mais compreensível, mais batalhador. Temos novos personagens ótimos como Lindsey e Victoria. Lindsey vem pra mecher com o triângulo amoroso Lucas-Peyton-Brooke, mas é uma personagem bem profunda, que acaba oferecendo bem mais que apenas mais um vértice para esse quarteto. E Victória, que não é boa em sua essência, mas que faz um bem a trama a partir do momento que dá um destaque maior para a talentosíssima Sophia Bush interpretar sua maravilhosa Brooke Davis, que ficou bem apagadinha na quarta temporada, mas que volta com tudo nessa 5ª, sofrendo da mãe megera o que Lucas e Nathan sofreram na mão do pai, Dan, que também é outro destaque da temporada. Pena o Paul ter sido tão mal utilizado.

PONTOS NEGATIVOS: Carrie. A babá do Jammie era a coisa mais previsível da temporada. Todo mundo sabia que ela ia dar em cima do Nathan e ia acabar gerando problemas para o casal Naley. E por isso ela é um ponto negativo. Já não basta o Mark mudar o Lucas de namorada a cada episódio, ele também não deixa Haley e Nathan em paz. Ele tem um sério problema com os casais que cria. Mia, foi mal-utilizada. Pareceum uma tentativa de Haley 2ª Temporada – Reloaded. Não vi sua importância para a trama, embora tenha sido a primeira artista da Peyton e blá-blá-blá. Participações especiais mínimas de personagens que até a quarte temporada eram importantes, como Bevin, Karen, Chase e Rachel (indignação por esses dois últimos, principalmente por Rachel Gatina). Mas um ridículo para fazer par romântico com a Brooke. Coitada, não tem sorte mesmo, só personagens ruins entram na trama para virarem seu par romântico, deve ser maldição do Lucas. Tanto é que o barman foi sem nem se despedir, e nem fez falta.

MELHOR PERSONAGEM: Brooke Penélope Davis. Como a trama de Brooke foi desenvolvida, e como a personagem evoluiu, de uma cheerleader para uma multimilionária estilista e toda a história de querer ser mãe, no fim da temporada, rendeu a Sophia Bush, sua melhor temporada na pele da personagem.

PIOR PERSONAGEM: Muitos, teve alguns personagens que não vingaram. Como é o caso do Quentin (que até se redimiu no fim da temporada), da Mia, do personagem do Kevin Federline (tão ridículo que nem lembro o nome) e a chefe papa-anjos do Mouth, Alicia.

DESTAQUE DA TEMPORADA: Jamie Lucas Scott. Me crucifiquem, podem falar que ele nem tem uma historyline, que tudo o que ele sabe fazer é desenhar e falar do Chester. Mas eu acho que ele guiou o ritmo dessa temporada, também esteve presente em todo núcleo principal da série, envolvido em todas as tramas importantes.

PIOR HISTÓRIA: A do Mouth. Começou idiota, com o relacionamento com a chefe que o odiava, e mesmo depois de terminado, não mudou muito, pois ele só serviu para ser o namorado da Millicent (outra surpresa boa da temporada). É Lee, não foi um ano bom para você.

MELHOR PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: Bárbara Alyn-Woods, como Deb Lee-Scott (sempre fiquei com a dúvida, ele continua se chamando Scott, ou voltou para o nome de solteira?). Ela veio para divertir os últimos episódios.

MAIOR SURPRESA DA TEMPORADA: O mistério do telefonema do Lucas, no Season Finale. E a falta de abertura ! =P

TOP 5 – MELHORES EPISÓDIOS:

1. 4 Years, 6 Months, 2 Days – 5×01

2. Racing Like a Pro – 5×02

3. I Forgot To Remember to Forget – 5×05

4. Hundred – 5×12

5. Hate Is Safer Than Love – 5×17

PIOR EPISÓDIO: Nenhum ! Achei a Season Finale meio fraca, mas ela tá boa, nem um chega a ficar nem ruim, muito menos a se tornar o pior.

MELHOR ATOR E MELHOR TRIZ: Jackson Brundage (Jamie) e Sophia Bush (Brooke).

MELHOR CENA: São na verdade 3 melhores cenas. A primeira é a da Brooke e do Jamie tomando sorvete no 5×08. A segunda, é da Brooke demitindo Victória, no 5×11. E a última é a doe telefonema do Lucas, no Season Finale, 5×18. Se eu pudesse adicionar mais uma, colocaria a abertura do 5×18, com Jackson e Gavin DeGraw tocando piano.

EXPECTATIVAS PARA A PRÓXIMA TEMPORADA: Mais Jamie e mais Brooke. Mantenham o que está funcionando. Uma participação decente de Daneel Harris e sua personagem, Rachel Gatina. Uma história melhor para o Mouth, se ele for continuar. Novos personagens interessantes, não colcoquem personagens só por colocar. Que Haley e Nathan tenham paz no casamento, cuidar da csa, filho, contas, já são problemas demais. Enfim, mas OTH. Que a série continue como sempre, e continuará ganhando temporadas.