Posts Tagged 'Deb'

Dexter – S03E08 – The Damage A Man Can Do

Dexter

Bem, o episódio de Dexter deste domingo foi muito agitado, com vários esclarecimentos e muitos temas diferentes. Os principais foram que Miguel tem interesse em Dexter para matar um assasino, Rita e seus hormônios durante a gravidez e em relação ao seu casamento, o namoro de Anton e Deb ficando cada vez mais profundo, revelador e perigoso, além de alguns mistérios relacionados a Quinn e o continuação, também reveladora, da procura pelo esfolador.

O “espetáculo” dessa semana foi o mais perfeito de toda a temporada, ao mostrar a relação de Miguel e Dexter crescendo, apesar de Dexter se deparar com seu pai, o perseguindo, tentando parar este “erro”, em sua opinião, e mostrar que Dexter vai contra seu pai e deixa, após alguns impecílios, Miguel matar Billy Fleeter, escolhido da semana, que revela que Miguel apesar das diversas opiniões sobre sua reação, adorou aquela sensação, de acordo com o personagem “fantastic”, vemos que Dexter começa a aceitar Miguel bem, apesar de privá-lo de um processo de seu “ritual sombrio”, no final do episódio, também relacionado com este assunto, vemos que Miguel, vai a casa da promotora, que anteriormente ele queria matar e ficamos com um clima de suspense, devido a alta hipótese de Miguel tentar Matá-la. Continue lendo ‘Dexter – S03E08 – The Damage A Man Can Do’

One Tree Hill – 6×03 – Get Cape. Wear Cape. Fly.

PERFEITO, essa é a única palavra que descreve esse 6×03 de One Tree Hill.

É incrível ver como depois de 6 temporadas One Tree Hill ainda consegue nos surpreender com um episódio sensacional. E o único motivo desse episódio ser sensacional, é porque nele podemos ver a essência de todos os personagens da série. Desde os mais antigos, como Brooke, Nathan, Haley, Lucas e Peyton, até o pequeno Jamie Scott. É ruim o fato de que precisamos de uma morte para que pudéssemos presenciar tais momentos, mas há males que vem pra o bem. O 6×03 de One Tree Hill veio para mostrar que, mesmo após 6 temporadas, a série ainda tem fôlego, graças a personagens magistralmente escritas.

O episódio, embora tenha sido perfeito, no geral, teve alguns erros em sua execução. Esse episódio não era para ter cenas do Dan e da Nanny Carrie, pois tais cenas quebraram todo o ritmo do episódio e, NÃO, a história da Nanny Carrie ter perdido um filho não me comoveu nem um pouco, me parecendo um drama forçado, entre tantos outros que aconteciam no episódio. Alguns outros erros do episódio foram: algumas partes do episódio que se desenvolveram de forma muito lenta, deixando o episódio ter dramas longos que poderiam muito bem serem resolvidos em cenas de 3 minutos, no máximo. E aquele micro- flashback do Nathan, onde seu pai o manda beijar o bisavô foi a coisa mais desnecessária que eu já vi em todos os episódios de One Tree Hill, poderia muito bem ter deixado aquilo no contexto da conversa. Mas esses erros tornaram-se coisas minúsculas, dada a grandiosidade do episódio.

O drama de Brooke Davis continuou em evidência no episódio. Mas, assim como a própria B. Davis, ele ficou em segundo plano, em prol de um problema maior. É incrível ver como ela continua a mesma pessoa de sempre com os amigos, mesmo tendo recuperado algo da antiga Brooke, mas essa, quem vai lidar com ela é Victoria. Foi incrível a cena entre ela e Nathan. Os dois são meus personagens favoritos da série, e fico muito triste com as pouquíssimas cenas unicamente deles (que são raríssimas) que aparecem na série. Espero que Nathan decida mesmo ajudar Brooke, para que possamos ver mais de Sophia Bush e James Lafferty juntos em cena.

Adorei ver como Nathan e Haley encararam a notícia, e como eles passaram isso para o Jamie. A família Scott é perfeita, e a união deles é o que ajuda muito nesses momentos. Eles não passam por nada assim desde a morte do Keith. E além do mais, tinham uma relação bastante estreita com Quentin. No geral, gostei muito de como eles lideram com essa tragédia, tanto no âmbito familiar, quanto na vida profissional.

Vale destacar a excelente interpretação da atriz que fez a mãe do Quentin. Ela foi brilhante em cena, quando Nathan, Haley, Skills e Lucas foram visitá-la. Consegui perceber a dor que ela realmente sentia, e até senti um arrepio quando ela diz que nunca vai esquecê-lo. Emocionante. Quem melhorou também como ator foi Antwon Tanner (Skills), a sua cena no final do episódio, onde ele chora na quadra também foi emocionante. Peyton para mim, nesse episódio pareceu apática demais. Ta bom que o relacionamento dela com o Quentin era quase nulo, mas até a Brooke mostrou absorver o sofrimento dos amigos. Chad (Lucas) mais uma vez mostrou o quão péssimo ator é, e não acrescentou em nada no episódio (talvez seja por isso que Peyton estava tão apática, afinal, de quem ela ia absorver sofrimento?). E por último Samantha. Ela surgiu em um momento bom, mas é uma personagem fraca. Ela é simplesmente a versão feminina do Quentin. A garota má que a Haley vai ajudar. Espero que Mark reserve uma surpresa pra ela, senão ele terá trocado seis por meia-dúzia. Mas vale destacar o texto lindo que é narrado por ela durante o episódio.

E para encerrar: Jamie. Desde o final do último episódio eu já esperava um show do Jackson Brundage (intérprete do Jamie) para esse episódio. E ele não me decepcionou. A pessoa que disser que esperava mais, está querendo demais de uma criança de 5 anos. Jamie não entende a morte como seus pais ou tios. Ele sente a dor, e chama atenção para isso no fim do episódio, quando faz questão de ir ao enterro, mas a sua dor é algo incompreensível para um adulto. Ele não tem a necessidade de expor esse sentimento, mesmo porque, a falta do Q ainda não foi sentida, ele apenas percebe um vazio. Quem perdeu familiares próximos nessa idade pode dizer o quão verossímil foi a interpretação do Jackson naquelas cenas. Ficaria falso se ele passasse o episódio todo chorando, trancado no quarto. Essa é a primeira experiência de perda que Jamie passa em sua vida (ele não era vivo quando Keith morreu), mas isso não quer dizer que ele não tenha passado pelos estágios do pesar, mas simplesmente, as crianças chegam a aceitação mais rapidamente. As cenas mais fantásticas do episódio são cenas em que ele está presente: toda a continuidade da cena do balanço (que termina com ele entregando a camisa de Q para o seu irmão), a cena em que ele vai se arrumar, para ir ao enterro de Quentin e a mais espetacular de todas, a cena dele com Brooke, no final do episódio, mostrando o seu pesar pela morte de Quentin, quando todos já foram e ele coloca a capa (o último elo dos dois) sobre o caixão. (Parabéns novamente a Sophia Bush. Aula de interpretação)

Resta saber agora se o próximo episódio vai manter o nível incrível que esse atingiu, ou se Mark (como de costume) vai vir com situações extremamente forçadas e vai acabar com o momento mágico que esse 6×03 atingiu.


P.S.: Não poderia deixar de citar a excelente trilha sonora do episódio, por Matthew Ryan.