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One Tree Hill | (6×14) | A Hand To Take Hold Of The Scene

ONE TREE HILL

A cada episódio de “One Tree Hill” que passa, tenho cada vez mais uma sensação de que o fim está próximo. Todos os personagens já estão com um Happy End encaminhado. Lucas e Peyton estão noivos e grávidos (e creio que desta vez, ninguém separa esse casal), Haley está trabalhando com música (mesmo que como produtora da Mia) e Nathan está recomeçando sua trajetória no basquete. A única com um futuro ainda incerto era Brooke Davis, isso até o 6×14.

Mark trouxe-nos três candidatos a par romântico de Brooke. Chase (que retornou sabe Deus pra quê), Owen (que personagem inútil) e Julian. Owen perdeu sua chance com Brooke já faz uns episódios e acredito que ele não terá outra, pois é um personagem indiferente ao público. Chase ainda poderia ter uma chance mas o Mark decidiu dar um outro caminho para o personagem, que terá um romance com Mia. E nesse quadro, sobrou o candidato número 3: Julian. Ele apareceu de forma estranha, parecendo que viria para estremecer o casal Leyton, mas de uns 3 episódios pra cá, ele mostrou interesse em Brooke, o que ficou claro nesse episódio quando ele disse: “Comecei a ler o livro por causa da Peyton, mas me interessei nele por você(Brooke)”.

Confesso que estou gostando do romance dos dois. Não foi uma coisa forçada como foi Brooke/Owen e também tem muito mais química que Brooke/Chase. Portanto, entre tantos desastres amorosos de Brooke, Julian parece a melhor opção para o Happy End da melhor personagem da série. Só espero que Mark não venha começar a destruir as estruturas por ele criadas e venha fazer do romance Julian/Brooke uma forma do rapaz se vingar de Peyton. Seria terrível mais essa para a Brooke.

No núcleo da Brooke, vale destaca ainda, a relação entre ela e sua filha adotiva Sam. Não era muito a favor dessa trama no começo da temporada, mas isso revigorou o lar da Brooke, que estava muito triste desde o ataque. Fora que Brooke tem se mostrado uma baita mãe pra Sam, que, falando nela, cresceu muito na série nos últimos episódios.

Quanto aos outros personagens, tiveram tramas descontraídas no episódio. Haley e Nathan foram num encontro duplo com Chase e Mia, o que rendeu cenas engraçadíssimas, como a “ajudinha” de Nathan a Chase nas cestas, e a atuação na dupla no karaokê. Só não entendi o motivo de dar tanta atenção a trama de personagens coadjuvantes como Mia e Chase e deixar personagens como Skills, Deb e Dan (onde estão eles?) de lado.

Enquanto Haley e Nathan se divertiam no Tric, Jamie e seu amigo Aundrey (qual o motivo desse garoto na série?) ficaram com Lucas e Peyton, que deveriam cuidar deles, e acabou sendo o primeiro teste da paternidade que os dois terão de adquirir para saber lidar com o próprio filho. Mesmo sendo uma trama sem nenhum compromisso, rendeu boas gragalhadas, como no joguinho de pôquer de Jamie.

Sobre Millicent e Mouth, prefiro nem comentar. Que estórinha chata essa deles. Palo amor de Deus !

Pra concluir, retomo minha idéia inicial. Se One Tree Hill continuar nesse rumo, não consigo ver a série com uma vida muito longa não. Vejo seu fim ainda nessa 6ª Temporada. E como ela caiu nas graças do The CW – que quer renová-la para uma 8ª Temporada, sim, 8ª – espero que cheguem em um consenso, CW e Mark, para que a série não fique aquele lenga-lenga de junta casal/separa casal, porque senão a série vai perder a oportunidade de ter um bom final.

One Tree Hill – 6×02 – “One Million Billionth of a Millisecond on a Sunday Morning”

FRASES DO EPISÓDIO:

“E eles achavam que a última babá era maluca!” – Jamie

“Seu plano é uma droga!” – Dan

“Quer uma bebida ou eu espero você pedir a Brooke em casamento?” – Skills

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Como é bom ter One Tree Hill de volta. Principalmente o antigo One Tree Hill. Tempos de Lucas Scott escondido no Karen’s Café, brincando de mini-golf com Haley, sentindo-se contra o mundo. E foi assim que me senti com o começo desse 6×02. O início, com Lucas falando de como a mãe dele brigava com ele quando pulava na cama, intercalando as imagens dele com as de Jamie pulando na cama, me fizeram sentir-se assustadoramente em casa. É incrível como, em vários momentos, sinto como se a história de Lucas se repetisse com Jamie (dadas as enormes diferenças, claro). Mas quem não confunde, algumas vezes, Lucas, Karen e Keith com Jamie, Haley e Lucas ?

O primeiro episódio dessa sexta temporada tinha como foco central a escolha de Lucas e a continuidade do atropelamento de Dan (tramas do Season finale da quinta temporada), e por causa disso, muitas outras coisas ficaram apagadas naquele episódio. Entre tantas outras, o casal Naley quase não apareceu. Mas o “erro” cometido naquele episódio não aconteceu nesse. Lucas e Peyton foram deixados “de lado” (ótima jogada do Mark, que não enjoa a imagem do casal), e outras tramas tiveram destaque, principalmente a do casal mais completo da série. Vimos Nathan e Halley exercendo suas profissões, Nathan correndo atrás do seu sonho e percebendo que não será tão fácil como imaginado. Vimos eles voltando a se relacionar com o meio social em que vivem: alunos/jogadores, amigos e parentes. E tivemos como brinde, uma cena brilhante dos dois na RiverCourt.

O episódio também dá continuidade ao drama de B. Davis, que promete render muito ao decorrer da temporada (afinal, para que aprender a atirar? Não bastava contratar seguranças ?). E o melhor é ver Sophia Bush mostrando todo o seu talento em cena (embora com o rosto arrebentado machucado – COITADA!). Brooke é sem dúvida nenhuma, a melhor personagem de OTH, com a maior evolução no decorrer dessas 5 temporadas, e qualquer drama – mesmo um meio pesado como esse – é bom para ver a personagem crescer mais ainda. Brooke está com razão de ter raiva do mundo, de sentir-se deprimida, de repensar a vida, de procurar onde errou. Ela, por mais que pareça uma super-heroína em alguns momentos, é humana e merece esses momentos de depressão para poder ver sua vida e tentar corrigir seus erros e recomeçar.

Dan voltou a falar e, com isso, voltou também a ser fantástico. Sabia que Nanny Carrie iria se desmanchar toda quando Dan voltasse a usar toda sua eloqüência para fazer seus joguinhos psicológicos. Em todas essas cenas, é ótimo ver o nível de atuação dos atores envolvidos (eu realmente subestimei Nanny Carrie), mas não a história em si, pois é uma coisa repetida (ou só sou eu que me lembro de PsicoIAN quando vejo essas cenas?).

O casal Deb e Skills está longe de ser uma boa jogada do Mark. Os dois renderiam muito mais se estivessem suas histórias separadas, mas a cena da conversa onde Deb vai pedir conselho a Skills até que foi muito boa. Também foi bom ver Deb indo ajudar Brooke nesse momento tão ruim de sua vida. E saber que Deb foi a primeira pessoa que Brooke procurou (e não acredito que tenha sido apenas por causa da arma. Tinha outros meios da Brooke conseguir uma.).

Mas a verdade é que, todo o episódio, teve apenas uma função: a despedida de Q. O personagem teve mais destaque do que jamais teve em um único episódio da série, e no decorrer do mesmo, ele vai se despedindo das pessoas para quem ele tinha mais valor: Jamie, quando lhe entrega a sua caixinha; Haley, quando fica para fazer a prova de literatura e tem uma conversa sincera com a professora; e Nathan – talvez a mais emocionante – quando cada um dá crédito ao outro, pelo avanço que passaram na temporada passada. O que tinha tudo para ser perfeito vai por água abaixo quando vem aquela cena – ridícula – da morte de Q. Muito sem noção ele ir pagar a conta lá da gasolina e o ladrão simplesmente matá-lo. Parece que Mark só queria se livrar do personagem mas nem planejou direito uma morte mais digna para ele. Cena desnecessária de uma morte mais ainda.

Para finalizar, vou falar de Jamie. A cada episódio me certifico mais ainda de que ele é o melhor ator do elenco, e uma das melhores coisas da séria atualmente. Nesse episódio não foi diferente. Algumas coisas memoráveis vieram por sua causa, tipo o “grandpa Skills”, ou ele medindo as orelhas quando Nathan o chama de orelhudo, ou ele contando pro Lucas que o seu pai não gostava dele, ou até mesmo ele perguntando para ele se ele já amou sua mãe ou a tia Brooke, ou – melhor ainda – quando ele pergunta ao Lucas se quando ele se casar ele terá que carregar as alianças e ao que o Lucas responde não ele diz: “Ótimo. Porque da última vez não deu muito certo mesmo”. Sei que ele terá muito mais destaque e mais uma chance de mostrar o seu talento no próximo episódio, quando descobrir a morte de Q.

P.S.: Ridículo a Peyton acreditar naquela história da Brooke de que caiu da escada. Eu acho que ela estava tão feliz que não percebeu os problemas das pessoas ao seu redor. Mas tomara que eu esteja errado, pois isso seria enormemente egoísta da parte dela, principalmente com a Brooke, que já fez tanto por ela.

P.S. 2: Tenho que assumir que ri um bucado na hora qua a Brooke fala pra Peyton que tava daquele jeito porque tinha brigado com a Lindsey. B. Davis consegue ser incrível até nos momento mais tristes.

Acabou !

Por mais que já fosse esperado, é uma notícia triste para os fãs de One Tree Hill como eu, mas…

… A SEXTA TEMPORADA SERÁ A ÚLTIMA TEMPORADA DA SÉRIE !

Portanto, a partir de 01 de Setembro, começa a contagem regressiva dos 23 últimos episódios da série.

P.S.: Isso ainda não foi confirmado pelo The CW. Mas as (mais variadas) fontes confirmam… E com o tititi em sites especializados, é questão de tempo até aparecer a confirmação formal !

FIQUEM ATENTOS EM UPDATES NESSE POST !

Temporada 2007/08 – ONE TREE HILL (5ª Temporada)

(Com pequenos Spoilers para quem não viu a 5ª temporada de One Tree Hill)

Agora, vamos falar de uma das melhores séries da Tv Americana atualmente, One Tree Hill, que nesta temporada, se renovou e retornou para o seu 5º ano reformulada.

One Tree Hill era uma série teen, mas ela mudou, pelo menos em sua essência. Porque nesta 5ª Temporada foi uma série adulta, inteligente, madura, não apenas uma série teen com personagens e dramas colegiais. Vimos personagens profundas, passando por problemas reais. O quinto ano da série inicia-se 4 ano e meio depois do final da 4ª Temporada, onde os protagonistas Lucas, Nathan, Haley, Brooke e Peyton se formam no colegial. Esse pulo passa o tempo da faculdade (ótima sacada do Mark – produtor/criador) e mostra as personagens encarando os problemas da vida. Nathan passa por problemas ao ver seu sonho de se tornar um jogador profissional de basquete ir por água abaixo, e Haley tem que carregar nas costas os problemas com o marido, a criação do filho do casal, Jamie, e seu nova cargo de professora no Tree Hill High. Lucas se tornou um escritor famoso, mas agora passa por um bloqueio e não consegue escrever seu segundo romance. Além disso, ele aceita o desafio de treinar o time (péssimo) dos Ravens com seu amigo Skills. Brooke se tornou uma estilista famosa e milionária, e sua maraca, a Clo’s Over Bro’s está em todos os lugares, mas a vida de sucesso por mais chamativa que seja, faz a ex-cheerleader sentir-se só e incompleta. Peyton sente-se frustrada por não conseguir desempenhar o trabalho que ela esperava no ramo musical, e tem qu aguentar as humilhações que o cargo de assistente do assistente do presidente (bronco) de uma gravadora lhe ofereçe. Em algum momento, eles se cansam das coisas erradas em suas vidas, e isso faz com que eles queiram mudar. Logo, todos se reencontram em Tree Hill, e tramas antigas, feridas não cicatrizadas, amores não-resolvidos do passado vão se fundir com as novas tramas e gerar algo que pode ser chamado de melhor temporada da série.

Séries teens têm uma maldição, todas elas morrem com o fim do High School. Os produtores nunca sabem o que fazer… Prolongar o High School eternamente ? Enfiar todas as personagens em uma mesma faculdade e continuar os draminhas ? Geralmente, a decisão nunca é satisfatória e a série acaba cancelada. OTH inovou e acertou em cheio. Ao pular os anos de faculdade e mostrar 4 anos depois, conseguiram aproximar as personagens a idade dos atores, e também eliminar qualquer história forçada de faculdade. Se caso aconteceu algo importante nesses 4 anos, eles podem usar os flashbacks, recurso muito bem utilizado nessa temporada. A imagem dos pais, sempre usada nas temporadas anteriores, desaparece da série, porque agora, os adultos da série são os adolescentes da temporada passada. Eles, principalmente Haley e Lucas, tem que lidar com os problemas de adolescentes agora.

PONTOS POSITIVOS PARA A TEMPORADA: Jamie Lucas Scott. A série ganhou um gás novo e novas tramas, como uma série nova, mas sem duvida nenhuma, o grande responsável por esse gás é o filho de Nathan e Haley. Ele é muito fof, inteligente, deixa as cenas bem mais leves (depois dos dramas sempre presentes em OTH) e divertidas, seu entrosamento com o elenco é visível, e suas cenas com Antwon Tanner (Skills) e Sophia Bush (Brooke) são primorosas. Outro ponto positivo: a evolução dos personagens. Vemos um Lucas mais responsável pelas suas atitude. Uma Peyton mais madura, com mais atitude e mais independente. Uma Brooke crescida, bem-sucedida, exemplo para os amigos, mais responsável, mais independente (cada vez mais). Uma Haley mais forte, mais mãe, mais protetora, daquelas que faz tudo pela família. E um Nathan mais amoroso, mais compreensível, mais batalhador. Temos novos personagens ótimos como Lindsey e Victoria. Lindsey vem pra mecher com o triângulo amoroso Lucas-Peyton-Brooke, mas é uma personagem bem profunda, que acaba oferecendo bem mais que apenas mais um vértice para esse quarteto. E Victória, que não é boa em sua essência, mas que faz um bem a trama a partir do momento que dá um destaque maior para a talentosíssima Sophia Bush interpretar sua maravilhosa Brooke Davis, que ficou bem apagadinha na quarta temporada, mas que volta com tudo nessa 5ª, sofrendo da mãe megera o que Lucas e Nathan sofreram na mão do pai, Dan, que também é outro destaque da temporada. Pena o Paul ter sido tão mal utilizado.

PONTOS NEGATIVOS: Carrie. A babá do Jammie era a coisa mais previsível da temporada. Todo mundo sabia que ela ia dar em cima do Nathan e ia acabar gerando problemas para o casal Naley. E por isso ela é um ponto negativo. Já não basta o Mark mudar o Lucas de namorada a cada episódio, ele também não deixa Haley e Nathan em paz. Ele tem um sério problema com os casais que cria. Mia, foi mal-utilizada. Pareceum uma tentativa de Haley 2ª Temporada – Reloaded. Não vi sua importância para a trama, embora tenha sido a primeira artista da Peyton e blá-blá-blá. Participações especiais mínimas de personagens que até a quarte temporada eram importantes, como Bevin, Karen, Chase e Rachel (indignação por esses dois últimos, principalmente por Rachel Gatina). Mas um ridículo para fazer par romântico com a Brooke. Coitada, não tem sorte mesmo, só personagens ruins entram na trama para virarem seu par romântico, deve ser maldição do Lucas. Tanto é que o barman foi sem nem se despedir, e nem fez falta.

MELHOR PERSONAGEM: Brooke Penélope Davis. Como a trama de Brooke foi desenvolvida, e como a personagem evoluiu, de uma cheerleader para uma multimilionária estilista e toda a história de querer ser mãe, no fim da temporada, rendeu a Sophia Bush, sua melhor temporada na pele da personagem.

PIOR PERSONAGEM: Muitos, teve alguns personagens que não vingaram. Como é o caso do Quentin (que até se redimiu no fim da temporada), da Mia, do personagem do Kevin Federline (tão ridículo que nem lembro o nome) e a chefe papa-anjos do Mouth, Alicia.

DESTAQUE DA TEMPORADA: Jamie Lucas Scott. Me crucifiquem, podem falar que ele nem tem uma historyline, que tudo o que ele sabe fazer é desenhar e falar do Chester. Mas eu acho que ele guiou o ritmo dessa temporada, também esteve presente em todo núcleo principal da série, envolvido em todas as tramas importantes.

PIOR HISTÓRIA: A do Mouth. Começou idiota, com o relacionamento com a chefe que o odiava, e mesmo depois de terminado, não mudou muito, pois ele só serviu para ser o namorado da Millicent (outra surpresa boa da temporada). É Lee, não foi um ano bom para você.

MELHOR PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: Bárbara Alyn-Woods, como Deb Lee-Scott (sempre fiquei com a dúvida, ele continua se chamando Scott, ou voltou para o nome de solteira?). Ela veio para divertir os últimos episódios.

MAIOR SURPRESA DA TEMPORADA: O mistério do telefonema do Lucas, no Season Finale. E a falta de abertura ! =P

TOP 5 – MELHORES EPISÓDIOS:

1. 4 Years, 6 Months, 2 Days – 5×01

2. Racing Like a Pro – 5×02

3. I Forgot To Remember to Forget – 5×05

4. Hundred – 5×12

5. Hate Is Safer Than Love – 5×17

PIOR EPISÓDIO: Nenhum ! Achei a Season Finale meio fraca, mas ela tá boa, nem um chega a ficar nem ruim, muito menos a se tornar o pior.

MELHOR ATOR E MELHOR TRIZ: Jackson Brundage (Jamie) e Sophia Bush (Brooke).

MELHOR CENA: São na verdade 3 melhores cenas. A primeira é a da Brooke e do Jamie tomando sorvete no 5×08. A segunda, é da Brooke demitindo Victória, no 5×11. E a última é a doe telefonema do Lucas, no Season Finale, 5×18. Se eu pudesse adicionar mais uma, colocaria a abertura do 5×18, com Jackson e Gavin DeGraw tocando piano.

EXPECTATIVAS PARA A PRÓXIMA TEMPORADA: Mais Jamie e mais Brooke. Mantenham o que está funcionando. Uma participação decente de Daneel Harris e sua personagem, Rachel Gatina. Uma história melhor para o Mouth, se ele for continuar. Novos personagens interessantes, não colcoquem personagens só por colocar. Que Haley e Nathan tenham paz no casamento, cuidar da csa, filho, contas, já são problemas demais. Enfim, mas OTH. Que a série continue como sempre, e continuará ganhando temporadas.